Operação Trump: EUA Permitem Retomada Massiva de Petróleo na Venezuela!

Estados Unidos abrem caminho para retomada do petróleo na Venezuela! Chevron, Eni, Repsol e Shell ganham licenças para operar sem sanções. Investimento de US$ 100 bilhões e novas perspectivas para o setor petrolífero do país. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Retomada de Operações na Venezuela com Licenças Americanas

Os Estados Unidos anunciaram a concessão de duas licenças gerais que permitem que cinco petroleiras multinacionais retomem suas operações na Venezuela, sem a aplicação de sanções. Entre as empresas autorizadas estão a Chevron, sediada nos EUA, a italiana Eni, a espanhola Repsol e as britânicas BP e Shell. A medida surge após a operação militar conduzida pelo governo americano, que culminou na retirada e transferência para os Estados Unidos do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

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Objetivo da Operação Trump

O principal objetivo declarado pelo então presidente Donald Trump ao ordenar a operação militar foi a retomada da exploração de petróleo no país. Durante o primeiro mandato de Trump, o setor petrolífero venezuelano estava sob embargo do governo americano, impedindo a atuação de petroleiras americanas e de outras empresas ocidentais. A Rússia e a China se mantiveram como principais compradores do petróleo venezuelano.

Novos Investimentos e Restrições

As cinco empresas autorizadas a retomar suas operações mantêm escritórios na Venezuela e participações em projetos. A Chevron, até então, era a única com uma licença específica que permitia a produção local de petróleo. As licenças determinam que os pagamentos de royalties e tributos ao governo venezuelano sejam realizados através do Fundo de Depósito de Governo Estrangeiro, um mecanismo sob controle dos Estados Unidos. Além disso, as transações com empresas da Rússia, Irã ou China são proibidas, assim como acordos com entidades controladas por joint ventures vinculadas a essas nações.

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Potencial da Venezuela e Perspectivas

A Venezuela detém uma das maiores reservas globais de petróleo, respondendo por quase 5% da produção mundial em 1997. Nos Estados Unidos, refinarias na costa do Golfo do México processavam o petróleo venezuelano, classificado como óleo pesado. As novas licenças acompanham a aprovação de uma reforma na legislação do setor de petróleo venezuelano, que concede maior autonomia a produtores estrangeiros. O governo americano almeja atrair US$ 100 bilhões em investimentos no setor de petróleo e gás venezuelano, e o secretário de Energia, Chris Wright, informou que as vendas de petróleo do país alcançaram US$ 1 bilhão e podem atingir US$ 5 bilhões nos próximos meses.

Conclusão

A retomada das operações na Venezuela representa um movimento estratégico por parte dos Estados Unidos, visando reativar o setor petrolífero do país e, potencialmente, influenciar o cenário político venezuelano. As negociações com empresas como Exxon Mobil e ConocoPhillips, que sofreram perdas após a nacionalização da indústria petrolífera, também indicam um esforço para resolver disputas e recuperar ativos.

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