Paquistão declara guerra aberta ao Afeganistão! Ataques em Cabul e estado de sítio são anunciados por Khawaja Asif. Crise escalona com acusações e contradições. Saiba mais!
O Paquistão intensificou suas ações militares nesta sexta-feira (27), lançando ataques em várias cidades do Afeganistão, incluindo a capital Cabul, e declarando um “estado de guerra aberta” contra o país vizinho. A declaração foi feita pelo ministro da Defesa paquistanês, Khawaja Asif, através da rede social X, marcando um agravamento da crise após dias de confrontos entre os dois lados.
O governo afegão, por sua vez, expressou o desejo de resolver a situação por meio do diálogo, através do porta-voz Zabihullah Mujahid, que afirmou que os ataques não causaram vítimas. A tensão entre os países se intensificou devido a acusações mútuas, com o Paquistão alegando que as autoridades talibãs oferecem apoio a grupos armados que realizam ataques em seu território, uma alegação negada pelo governo afegão.
Jornalistas da Agência France-Presse (AFP) relataram ouvir explosões e observar caças sobrevoando Cabul e Kandahar, uma importante cidade do sul do Afeganistão. O porta-voz afegão, Zabihullah Mujahid, confirmou a presença de aviões paquistaneses sobrevoando o espaço aéreo do Afeganistão.
No entanto, as informações sobre o número de vítimas e danos causados pelos ataques são contraditórias, com o governo paquistanês e o governo afegão apresentando números distintos.
A situação na fronteira é marcada pela falta de transparência e pela ausência de provas materiais que confirmem as alegações de ambos os lados. Apenas cerca de 30 mortes foram oficialmente reconhecidas, e a falta de evidências dificulta a verificação independente dos acontecimentos.
O conflito se intensificou perto da passagem fronteiriça de Torkham, onde relatos de disparos de artilharia e ataques a postos avançados do Paquistão foram registrados.
As relações entre Paquistão e Afeganistão haviam se deteriorado nos últimos meses, com confrontos esporádicos e ataques entre os dois países. O bombardeio das forças afegãs ocorreu após ataques aéreos paquistaneses nas províncias de Nangarhar e Paktia, em resposta a atentados suicidas no Paquistão.
A fronteira permanece fechada, exceto para afegãos que retornam ao seu país, após um cessar-fogo negociado pelo Catar e pela Turquia, que não resultou em um acordo duradouro.
O Estado Islâmico Khorasan (EIK) opera nos dois países, e o governo afegão impôs uma interpretação rigorosa da lei islâmica, o que restringe os direitos das mulheres e meninas. Irã e China se ofereceram como mediadores do conflito, buscando um cessar-fogo e evitando mais derramamento de sangue.
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