Influenciador tailandês é acusado por ter criado e domesticado animal que atacou homem e criança, expondo prática ilegal no país.
Em 4 de setembro, uma leoa de um ano, pertencente ao influenciador tailandês Parinya Parkpoom, atacou e feriu duas pessoas na província de Kanchanaburi, na Tailândia. O incidente ocorreu durante o processo de limpeza da jaula do animal, que escapou e atacou as vítimas. As autoridades locais investigam o caso, que expõe preocupações sobre a legalidade e segurança da posse de animais selvagens no país.
As vítimas foram um homem de 43 anos, identificado apenas como Sr. Sarawut, que sofreu quatro pontos no braço devido a um golpe com a pata da leoa, e um menino de 11 anos, não identificado, que sofreu ferimentos graves nos quadris, resultantes de mordidas e patadas. Ambos foram levados às pressas para um hospital, e o jovem permanece em estado grave.
Parinya Parkpoom expressou estar “chocado” com o incidente e prometeu compensações às vítimas e arcar com os custos do tratamento médico da criança. Ele pode enfrentar até seis meses de prisão e uma multa de 50.000 baht (cerca de 8.200 reais) conforme a legislação tailandesa. A leoa foi apreendida e transferida para um centro de cuidados com a vida selvagem na província de Suphan Buri.
O Departamento de Parques Nacionais, Vida Selvagem e Plantas da Tailândia emitiu uma advertência, enfatizando a importância de que os detentores de animais selvagens cumpram rigorosamente as leis, especialmente no que diz respeito à segurança dos recintos, que devem ser robustos e seguros, prevenir fugas e proteger outras pessoas. A organização sem fins lucrativos World Animal Protection alerta que animais selvagens não devem ser tratados como brinquedos ou objetos de coleção, e defende a proibição da posse de animais selvagens em locais privados, exceto para fins de conservação ou pesquisa.
Um relatório da Wildlife Friends Foundation Thailand (WFFT) revelou que o número de leões em cativeiro na Tailândia mais que triplicou em sete anos, passando de 131 em 2018 para 444 em 2024, impulsionado pela demanda por animais exóticos e entretenimento. A pesquisa também identificou práticas preocupantes, como o aluguel de filhotes para fotos e a hibridização com tigres, além de um número significativo de animais desaparecidos sem rastreabilidade.
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