Passaporte de Eliza: Mãe Desabafa e Questiona Mistérios em Caso Não Resolvido!

Passaporte de Eliza surge em caso não resolvido! Mãe Sonia Moura questiona falta de respostas sobre morte da filha em 2010. Drama e busca por justiça!

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(Imagem de reprodução da internet).

Mãe Questiona Descoberta de Passaporte de Filha Assassinada em Caso Não Resolvido

Sonia Moura, mãe de Eliza, utilizou as redes sociais para expressar sua perplexidade e questionar a recente descoberta de um passaporte pertencente à filha, ocorrido na última semana. Ela enfatizou que os eventos relacionados ao caso não parecem ter seguido um curso natural e ressaltou a necessidade de esclarecimentos sobre os fatos.

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“A situação é marcada por explicações insuficientes, perguntas sem respostas e uma condução do inquérito que apenas intensifica a angústia de uma família que enfrenta um luto permanente. Essas lacunas não são meros detalhes; elas representam um peso, uma dor que grita por respostas”, declarou Sonia em sua publicação, acompanhada de uma foto de Eliza.

Sonia expressou a dificuldade de lidar com a perda da filha, afirmando: “Minha filha está morta. E essa é uma frase que nenhuma mãe deveria ter que repetir todos os dias. Ela carrega uma saudade que aperta o peito, que sufoca, que nunca descansa”.

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O Itamaraty informou que o passaporte, que já estava vencido e cancelado, será encaminhado do Consulado-Geral do Brasil em Lisboa para a sede do Ministério das Relações Exteriores em Brasília. Até o momento, as circunstâncias exatas da localização do documento não foram divulgadas.

Sonia Moura declarou que, apesar do silêncio, ela continuará buscando respostas das autoridades. “Minha filha merece respeito, verdade e justiça”.

Eliza foi assassinada aos 25 anos em 2010. Oito indivíduos foram condenados pelo crime, mas até o presente, o corpo da modelo não foi encontrado. As evidências sugerem que o corpo foi esquartejado e enterrado sob uma camada de concreto.

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Bruno, o ex-goleiro com quem Eliza mantinha um relacionamento, foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado. O casal teve um filho que, na época, não tinha a paternidade reconhecida pelo ex-atleta.

Em janeiro de 2023, Bruno obteve liberdade condicional após a progressão da pena para o regime semiaberto em 2018.

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