O empresário e jornalista Paulo Figueiredo Filho comemorou nas redes sociais a inclusão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky, ferramenta empregada pelo governo dos Estados Unidos para aplicar sanções a autoridades estrangeiras acusadas de violações de direitos humanos.
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“Missão cumprida”, escreveu Figueiredo em seu perfil no X nesta 4ª feira (30.jul.2025). Neto do general João Baptista Figueiredo (1918–1999), último presidente da ditadura militar, o empresário tem papel de destaque na articulação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para pressionar o governo norte-americano a adotar medidas contra o magistrado.
Figueiredo é citado no decreto assinado nesta 4ª feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), que estabelece uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
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Trump alega que Moraes “supervisiona o processo contra Paulo Figueiredo por declarações feitas em solo americano” e que o ministro também “tem incentivado investigações criminais contra outros cidadãos dos EUA que denunciaram suas graves violações de direitos humanos e corrupção”.
Originário dos Estados Unidos, o empresário alcançou notoriedade como comentarista em programas da Jovem Pan e possuía influência em setores militares, sobretudo devido a vínculos familiares com o regime militar. Em 2022, foi sujeito a decisões do STF que ordenaram o bloqueio de seus perfis nas redes sociais no Brasil e o bloqueio de seus bens.
Fonte por: Poder 360
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