PCC: Organograma chocante revela poder na internet! 🚨 A Polícia Civil mapeia a complexa estrutura do grupo criminoso, com foco no controle da informação e lideranças como Marcola. Descubra os detalhes!
Um organograma recentemente divulgado pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) oferece um retrato detalhado e preocupante da evolução do Primeiro Comando da Capital (PCC). O documento revela uma organização cada vez mais complexa e sofisticada, com um setor dedicado especificamente ao controle da internet e das redes sociais.
Essa nova dimensão na estrutura do grupo criminoso demonstra a capacidade de adaptação e expansão da facção, que agora se preocupa em monitorar e direcionar suas comunicações online.
Dentro da estrutura do PCC, a chamada “Sintonia da Internet” desempenha um papel crucial. Essa unidade é responsável por monitorar as comunicações da organização, coordenando o contato entre seus membros através de aplicativos de mensagens, supervisionando redes sociais e e-mails criptografados.
Além disso, a sintonia estabelece diretrizes sobre o que pode ou não ser publicado pelos integrantes da facção, com sanções internas para quem descumprir as orientações. O controle rigoroso sobre a informação é um elemento chave na estratégia do PCC para manter a coesão e o controle de suas operações.
O organograma identifica nomes importantes dentro da hierarquia do PCC. No topo da estrutura está a “Sintonia Final”, que reúne as principais lideranças, com Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, como número um da organização. Abaixo dele, destacam-se figuras como Cláudio Barbará da Silva, o Barbará; Almir Rodrigues da Silva, o Nenê do Simeone; Reinaldo Teixeira dos Santos, o Funchal; e Júlio César Guedes de Moraes, o Julinho Carambola.
O total de 14 nomes que compõem esse núcleo central, muitos deles presos em penitenciárias federais, representam o foco principal das investigações da Polícia Civil.
Além do núcleo central, o organograma aponta a existência da “Sintonia Restrita”, responsável pelo planejamento de atentados contra agentes públicos e outros considerados inimigos da facção. Essa célula, composta por oito integrantes, inclui nomes como Carlos Alberto Damásio, o Malboro, condenado a 20 anos de prisão por ameaçar de morte o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
O mapeamento dessa estrutura permite à Polícia Civil entender melhor as estratégias de ameaça e violência do PCC.
O organograma do PCC não se limita apenas à estrutura hierárquica. Ele também revela a expansão da facção para além do tráfico de drogas, com investimentos em setores formais da economia, como fintechs na região da Faria Lima, um dos principais centros financeiros de São Paulo, e esquemas de adulteração de combustíveis e aquisição de franquias para lavagem de dinheiro.
As atividades criminosas do PCC ultrapassam as fronteiras do Brasil, com operações no exterior.
A Polícia Civil acredita que o detalhamento da hierarquia interna é fundamental para atingir o núcleo estratégico da facção e enfraquecer sua capacidade de articulação, especialmente no ambiente digital, onde o grupo mantém controle rígido sobre sua comunicação e imagem.
A investigação continua em andamento, buscando desmantelar o esquema e garantir a segurança pública.
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