PCC Planeja Assassinato de Ex-Delegado: Três Suspeitos Detidos e Evidências Chocantes Reveladas!

PCC suspeita de plano macabro! Três homens são presos no caso do ex-delegado Ruy Ferraz. Operação complexa revela detalhes do crime em Praia Grande.

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(Imagem de reprodução da internet).

Suspeitos Envolvidos no Assassinato de Ex-Delegado da Polícia Civil

A Polícia Civil do Primeiro Comando da Capital (PCC) investiga três homens suspeitos de terem planejado e executado o assassinato do ex-delegado-geral da corporação, Ruy Ferraz. O crime ocorreu em setembro do ano passado, na Praia Grande, litoral paulista, quando Ferraz foi atingido por disparos enquanto caminhava.

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Detalhes da Investigação

A operação, que envolveu sete municípios paulistas – Jundiaí, Mongaguá, Praia Grande, Carapicuíba, Barueri, Mairinque e a capital –, resultou na prisão temporária de cinco suspeitos e 13 mandados de busca e apreensão. A investigação aponta para uma organização complexa, com funções bem definidas entre os envolvidos.

Suspeitos Detidos

Marcio Serapião de Oliveira (conhecido como “Velhote” ou “MC”) é investigado por fornecer apoio estratégico e logístico ao homicídio. A Polícia Civil afirma que há evidências de sua participação na guarda de veículos e no uso de imóveis para fins ilícitos. Ele foi preso na Vila Isa, na Zona Sul de São Paulo, e tentou fugir, sendo interceptado por um drone.

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Fernando Alberto Teixeira (apelidado de “Azul” ou “Careca”) é considerado um dos líderes da facção. De 48 anos, ele é suspeito de ter participado do planejamento, coordenação e execução indireta do crime. Foi preso em Jundiaí e foram apreendidos dois celulares.

Manoel Alberto Ribeiro Teixeira (também conhecido como “Manezinho” ou “Manoelzinho”) é investigado como principal articulador logístico e operacional do grupo. A polícia acredita que ele auxiliou na fuga dos envolvidos, forneceu material de apoio e manteve contato com os executores. Ele foi preso em Mongaguá, onde a polícia encontrou uma arma de fogo.

Evidências Coletadas

As apurações indicam que os suspeitos dividiram as tarefas ao longo do crime, desde o planejamento até o suporte. As investigações contam com impressões digitais em veículos utilizados, dados extraídos de aparelhos eletrônicos, conversas entre os suspeitos e movimentações financeiras suspeitas.

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Além disso, o uso de imóveis de apoio foi identificado.

A polícia acredita que os três homens atuaram em conjunto no comando da ação criminosa, com base nas evidências coletadas.

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