Tensão entre Colômbia e EUA Escalona com Ameaças Recorrentes
O presidente colombiano Gustavo Petro surpreendeu ao anunciar que “pegara de novo em armas” em resposta às declarações do ex-presidente americano Donald Trump. A medida foi comunicada em uma publicação na rede social X, em meio a uma crescente escalada de tensões entre os dois líderes.
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Petro justificou a decisão, quebrando um juramento anterior, alegando ser em defesa da pátria.
Desde que Trump assumiu seu segundo mandato em 2025, a relação entre os países tem sido marcada por constantes trocas de acusações. As divergências giram em torno de questões como segurança regional, tarifas comerciais e a política de imigração.
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A postura mais agressiva de Trump tem gerado preocupação em Bogotá.
Em suas declarações, Trump não poupou críticas ao governo colombiano e ao próprio Petro. O ex-presidente americano acusou o país de “produzir e vender cocaína” aos Estados Unidos, e expressou ceticismo sobre a capacidade de Petro de mudar o rumo da política nacional.
A declaração foi feita durante um encontro em seu avião presidencial, Air Force One.
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A ameaça de Trump de realizar uma operação militar contra a Colômbia gerou ainda mais instabilidade. Em resposta direta à pergunta sobre a possibilidade de intervenção americana, Trump afirmou que a ideia lhe parecia “positiva”. A situação se agrava com as críticas contundentes do ex-presidente americano sobre a política interna colombiana.
A Colômbia e os Estados Unidos mantiveram uma relação de aliados por décadas, especialmente durante a implementação do Plano Colômbia em 1999, que foi fundamental no combate aos cartéis de drogas. No entanto, a atual situação demonstra a fragilidade dessa aliança e a complexidade das relações internacionais.
