Petrobras adquire participações da Petronas em campos cruciais da Bacia de Campos. Saiba como a estatal garante 100% dos ativos por US$ 450 milhões!
A Petrobras formalizou, nesta quinta-feira, dia 9, a assinatura de contratos com a Petronas. O acordo visa a aquisição das participações remanescentes nos campos Tartaruga Verde e no módulo de Espadarte, ambos localizados na Bacia de Campos.
O valor total negociado para esta transação é de US$ 450 milhões. Com esta movimentação, a estatal brasileira garantirá a posse de 100% dos ativos, mantendo integralmente a operação dos campos.
A compra consiste na aquisição da fatia de 50% que pertencia à Petronas nos projetos. Isso consolida o controle total da Petrobras sobre essas importantes áreas de produção.
O pagamento será realizado em parcelas distintas. Inicialmente, foram desembolsados US$ 50 milhões no momento da assinatura dos contratos.
Os US$ 350 milhões restantes serão pagos após a conclusão da operação, que depende do cumprimento de condições prévias, incluindo a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Adicionalmente, há duas parcelas de até US$ 25 milhões cada, programadas para os meses de 12 e 24 meses após o fechamento. Os valores podem ser ajustados conforme o desempenho econômico dos ativos a partir de julho de 2025.
Os campos Tartaruga Verde e Espadarte estão situados em áreas onde as lâminas d’água variam entre aproximadamente 700 e 1.620 metros. Atualmente, a produção combinada gira em torno de 55 mil barris de petróleo por dia, utilizando o FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes.
A aquisição pela Petrobras ocorre após a empresa exercer seu direito de preferência, conforme anunciado anteriormente no dia 16 de março. Essa decisão também gerou repercussões entre outros potenciais interessados.
Analistas do Santander avaliaram que os ativos poderiam representar uma “oportunidade perdida” para a Brava. Em um relatório assinado por Yuri Pereira, Eduardo Muniz e Nicole Alonso, apontou-se que os recursos poderiam acelerar a geração de valor da companhia e diminuir sua alavancagem.
Segundo as estimativas do banco, a aquisição teria potencial para reduzir a relação entre dívida líquida e EBITDA da Brava em cerca de 0,2 vez até o ano de 2026.
A movimentação reforça a posição da Petrobras no setor e consolida sua participação em importantes reservas da Bacia de Campos, seguindo um cronograma de pagamentos atrelado a marcos regulatórios e financeiros.
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