Petróleo venezuelano e sinais de alerta! Mercado acompanha de perto dados econômicos Brasil e EUA. Inflação alta e queda no IPA preocupam. Veja os detalhes!
Estamos na quinta-feira, 8 de janeiro, e o mercado está atento a uma série de indicadores econômicos que surgem no início do ano. A principal questão em discussão é o impacto da chegada de petróleo venezuelano ao mercado internacional, com investidores analisando cuidadosamente os sinais da atividade econômica tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
Em termos de inflação, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou um avanço de 0,10% em dezembro, em comparação com o 0,01% de novembro, conforme dados da Fundação Getulio Vargas. Para 2025, a FGV projetava uma deflação de 1,20%, uma reviravolta em relação aos 6,86% de alta observados em 2024.
Um ponto de atenção é a queda de 3,61% no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) em 2025, representando o primeiro resultado anual negativo do IPA desde a deflação de 5,92% em 2023. Apesar dessa queda, os preços ao consumidor continuaram elevados, especialmente nas categorias de Transporte, Habitação e Vestuário.
Nos Estados Unidos, o foco está nos pedidos iniciais de seguro-desemprego. Na quarta-feira (7), os dados divulgados não forneceram uma leitura clara da atividade econômica. O setor de serviços demonstrou um desempenho mais forte do que o esperado.
O índice ISM de dezembro atingiu 54,4 pontos, superando as projeções de 52,2 pontos e o resultado de 52,6 pontos de novembro. Esse avanço foi impulsionado pelo aumento dos novos pedidos e da produção, além de uma recuperação no nível de emprego.
Por outro lado, os dados de abertura de vagas do relatório JOLTs de novembro ficaram abaixo do esperado, com 7,146 milhões de vagas, em comparação com a expectativa de 7,61 milhões. A abertura de vagas de outubro foi revisada para baixo, para 7,449 milhões de vagas.
Esses dados sugerem uma dinâmica de contratação mais moderada antes do fim do ano. A combinação de serviços aquecidos com uma oferta limitada de trabalhadores pode indicar uma economia com emprego estável, mas com salários elevados e dificuldades para reduzir os custos estruturais e a inflação americana.
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (FED), havia indicado que a redução das pressões do mercado de trabalho seria um fator chave para a continuidade da política de juros baixos. No entanto, os dados atuais mostram que essa pressão permanece alta, o que pode diminuir as expectativas de novos cortes agressivos nos juros.
Os contratos futuros dos principais índices americanos recuaram no pré-mercado nesta quinta-feira, após o S&P 500 e o Dow Jones terem fechado em baixa na quarta-feira (7). As cotas do Exchange Traded Fund (ETF) EWZ iShares MSCI Brazil, que representa as ações brasileiras em Nova York, começaram o dia estáveis, após uma queda de 1,03% no Ibovespa na quarta-feira.
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