PF Revilha Operação Barco de Papel: Busca e Apreensão em Balneário Camboriú!

PF esbarra em esquema na Operação Barco de Papel! Mandados em Balneário Camboriú e Itapema revelam irregularidades na Rioprevidência e envolvimento do banco Master. Descobertas chocantes e busca por provas!

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(Imagem de reprodução da internet).

Operação Barco de Papel: PF Investiga Advogados e Rioprevidência

A Polícia Federal intensificou suas investigações nesta quarta-feira (11) na terceira fase da Operação Barco de Papel, focando em endereços ligados a advogados que teriam dificultado as apurações sobre irregularidades na Rioprevidência, em benefício do banco Master.

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A ação ocorreu nos municípios de Balneário Camboriú e Itapema, Santa Catarina, com a expedição de dois mandados de busca e apreensão.

Os mandados, expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, indicam indícios de obstrução de investigações e de ocultação de provas. A PF detalhou que, ao chegarem para realizar as buscas em um apartamento em Balneário Camboriú, um dos ocupantes arremessou uma mala contendo dinheiro em espécie pela janela.

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Além do dinheiro, a polícia apreendeu dois veículos de luxo e dois smartphones. A quantia exata não foi divulgada, mas a operação demonstra a gravidade das suspeitas.

A investigação também se concentra em Deivis Marcon Antunes, ex-presidente da Rioprevidência, que foi preso na segunda fase da operação. As autoridades apontam que ele teria participado de supostas operações financeiras irregulares na entidade fluminense.

A Polícia Federal identificou movimentações suspeitas, incluindo a retirada de documentos do apartamento de Antunes, a manipulação de provas digitais e a transferência de dois veículos de luxo para outras pessoas. A operação se concentra nas irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central entre novembro de 2023 e julho de 2024.

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Durante esse período, a Rioprevidência teria investido cerca de R$ 970 milhões na instituição financeira. A investigação continua em andamento, com a PF buscando reunir provas adicionais para fortalecer o caso.

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