Pix impulsiona comércio internacional e acesso a serviços digitais! 🚀 Estudo Beyond Borders revela que 8 em cada 10 MEIs usam Pix para compras globais. 🌍 Descubra como o Pix está transformando o mercado de pagamentos em economias emergentes!
O Pix consolidou sua posição como protagonista no comércio digital, liderando compras internacionais B2B e o acesso de micro e microempreendedores individuais (MEIs) a serviços globais. Segundo a edição de 2026 da Beyond Borders, estudo anual do EBANX, oito em cada dez empresas que utilizam o Pix para adquirir produtos e serviços de fornecedores internacionais são MEIs.
Além disso, 84% desses negócios empregam o sistema para contratar softwares.
Este movimento abre portas para plataformas de SaaS (Software as a Service) no exterior e amplia o acesso de pequenos negócios brasileiros ao e-commerce internacional. De acordo com a Beyond Borders, o avanço do Pix representa uma reconfiguração mais ampla do mercado de pagamentos em economias emergentes.
O relatório abrange dados sobre América Latina, África, Sudeste Asiático e Índia, com análises sobre métodos alternativos de pagamento, cartões, stablecoins e agentes de inteligência artificial.
“Nosso estudo mostra que a indústria global de pagamentos passa por uma mudança estrutural liderada por mercados emergentes”, afirma Eduardo de Abreu, Chief Product Officer do EBANX. Segundo ele, essas regiões criaram soluções de pagamento adaptadas às suas realidades e ampliaram a competição global.
Entre as companhias brasileiras que compram no exterior com Pix, 31% pertencem ao comércio e 23% ao setor de serviços, segundo dados internos do EBANX divulgados na Beyond Borders. Ainda de acordo com o estudo, o número de microempresas que utilizam Pix para compras internacionais é o dobro do registrado entre médias e grandes empresas.
Para Abreu, o sistema ampliou a inclusão digital e financeira de pequenos empreendedores.
Outra frente de expansão envolve o Pix Automático, que viabiliza pagamentos recorrentes instantâneos. Em operação desde junho do ano passado, a funcionalidade cresce 41% ao mês, segundo dados internos do EBANX. O recurso também alcança cerca de 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito, que passaram a acessar serviços digitais por meio do pagamento instantâneo.
Em 2025, o Pix se tornou o meio de pagamento mais utilizado no e-commerce brasileiro. Segundo a Beyond Borders, 42% do valor total das compras online no país foi pago com Pix, enquanto os cartões responderam por 41%. A projeção indica crescimento anual composto de 18% até 2028, quando o Pix deverá atingir 50% das transações digitais, frente a 36% dos cartões.
A diferença estimada é de 14 pontos percentuais.
“Alta adoção não significa saturação. Mesmo usado por 95% da população adulta, o Pix continua a criar novas demandas a cada funcionalidade lançada”, afirma Abreu. Ele acrescenta que empresas de menor porte vêm reduzindo a dependência de cartões corporativos nas compras B2B.
Mercados emergentes e métodos locais também são cruciais para o sucesso.
A dinâmica observada no Brasil se repete em outros países emergentes. Na Índia, uma empresa global de SaaS conquistou mais de 4 mil novos clientes por dia nos três primeiros meses após incluir o UPI Autopay como opção de pagamento recorrente. Segundo dados da PCMI citados na Beyond Borders, cartões de crédito locais na Índia devem crescer a uma taxa anual composta de 23% até 2028, superando UPI (15%) e cartões internacionais (6%).
A bandeira doméstica RuPay detém 33% do mercado indiano de cartões, atrás da Visa, com 43%, e à frente da Mastercard, com 20%, e da American Express, com 4%.
Na América Latina, cartões seguem relevantes. Em México, Chile e Peru, representam mais de 60% das transações online, de acordo com a PCMI. O parcelamento eleva o valor médio das compras em até 2,7 vezes, segundo dados internos do EBANX. Já na Nigéria e no Egito, o crescimento ocorre via débito.
A penetração aumentou mais de 10 pontos percentuais entre 2021 e 2024, conforme o Global Findex, do Banco Mundial. A bandeira nigeriana Verve já emitiu 100 milhões de cartões em um país com 232 milhões de habitantes.
Para Abreu, o desempenho de cada método depende da adaptação à realidade local. “O sucesso vem da capacidade de entender hábitos de consumo, regulação e limitações técnicas de cada região”, afirma. Além disso, a evolução dos pagamentos digitais aponta para sistemas mais programáveis e automatizados.
O Pix figura como um dos exemplos de adaptação local que ganham escala global.
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