Plano Americano na Venezuela: Crise e Controle! Rubio detalha estratégia com “quarentena” e pressão sobre Maduro. Saiba mais!
Em uma entrevista recente, o secretário de Estado, Marco Rubio, detalhou o plano americano para a Venezuela, delineando três fases cruciais. A primeira etapa, segundo ele, visa estabilizar o país, buscando evitar um colapso no caos. Rubio enfatizou que parte do processo envolverá uma “quarentena” da Venezuela no mercado internacional, uma medida que visa controlar o acesso do país ao comércio global.
A segunda fase do plano se concentra na recuperação da economia venezuelana, garantindo que empresas americanas, além de investimentos do leste europeu, tenham acesso justo ao mercado venezuelano. Paralelamente, Rubio mencionou a necessidade de iniciar um processo de reconciliação nacional dentro da Venezuela, com o objetivo de anistiar e libertar membros da oposição presa, além de facilitar a volta de venezuelanos que se encontram no exterior.
A terceira e última fase do plano, segundo o secretário de Estado, será a transição de poder, marcando o fim do governo de Nicolás Maduro. Essa fase representa o objetivo final do plano americano para a Venezuela.
Desde a captura de Nicolás Maduro, a vice-presidente e agora presidente interina, , tem liderado o país. Em declarações recentes, ela negou a presença de qualquer agente externo no comando, após comentários de Donald Trump, que indicou que os Estados Unidos manteriam o controle da Venezuela até que uma transição de poder ocorresse.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que as decisões do novo governo venezuelano serão “ditadas” pelos Estados Unidos, ressaltando a estreita coordenação entre as autoridades americanas e o governo interino.
Washington pretende assumir o controle das vendas de petróleo venezuelano, buscando abastecer seus interesses e, ao mesmo tempo, restringir as vendas no mercado paralelo, que opera com preços inferiores aos que a Venezuela deveria receber. Leavitt afirmou que o governo interino ofereceu “30 a 50 milhões de barris” em conversas telefônicas, mas que a pressão americana continua firme.
As forças americanas retomaram o bloqueio ao petróleo venezuelano, apreendendo um petroleiro carregado no Caribe e outro, com bandeira russa, no Atlântico Norte. Rubio afirmou que Caracas já fez contato para incluir o petróleo apreendido no Caribe no acordo sobre o futuro do petróleo, enfatizando que não há improvisação no plano americano.
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