Polícia Militar e Marido em Centro de Investigação Após Suspeita de Feminicídio

Polícia investiga morte da policial como feminicídio! Justiça ordena probe após questiones da família de Gisele Alves Santana, de 32 anos

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A Justiça de São Paulo ordenou nesta terça-feira (10) que a polícia investigue a morte da policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, como feminicídio. A decisão veio após a família da vítima questionar a versão inicial de suicídio. Gisele foi encontrada em seu apartamento, no bairro do Brás, com um tiro na cabeça, e o caso inicialmente foi registrado como morte suspeita.

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Circunstâncias e Denúncias Iniciais

Segundo informações preliminares, o marido da vítima, Geraldo Neto, alega que estava banhando quando ouviu um disparo e encontrou Gisele já baleada. A família, no entanto, contestou a versão, alegando que a discussão que antecedeu o ocorrido foi marcada por um pedido de separação.

A investigação agora busca esclarecer os fatos e determinar a causa exata da morte.

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Evidências e Laudos Forenses

Após a solicitação da família, a Justiça determinou a exumação do corpo de Gisele. O laudo médico, divulgado recentemente, revelou “lesões contundentes, por meio de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal”, indicando que a causa da morte não foi o suicídio.

Não foram encontradas evidências de que Gisele tenha se defendido, o que reforça a suspeita de feminicídio.

Investigação em Andamento e Possíveis Consequências

A defesa de Geraldo Neto ainda não teve acesso ao laudo médico. No entanto, a Justiça já determinou a redistribuição do caso para o Tribunal do Júri, onde crimes contra a vida são julgados. Há a possibilidade de que o caso evolua para uma investigação criminal com o objetivo de apurar possíveis responsabilidades e, inclusive, solicitar a prisão de Geraldo Neto, caso novas evidências sejam encontradas.

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Conclusão

O caso da morte da policial militar Gisele Alves Santana continua sob investigação, com a Justiça direcionando a apuração como feminicídio. A análise detalhada das evidências e o depoimento de testemunhas serão cruciais para esclarecer as circunstâncias da morte e garantir que a justiça seja feita.

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