Quadrilha tenta fraudar espólio da Unip Objetivo com R$ 845 milhões!

Quadrilha tenta fraudar espólio da Unip Objetivo por R$ 845 milhões! Operação prende suspeitos e desmantela organização criminosa. Descubra os detalhes chocantes!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Quadrilha Tentava Fraude de R$ 845 Milhões Contra Espólio da Unip Objetivo

O Ministério Público de São Paulo, através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), iniciou uma operação para desmantelar uma organização criminosa suspeita de tentar aplicar um golpe de grande magnitude contra o espólio do fundador da Unip Objetivo, João Carlos Di Gênio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A investigação revelou que o grupo utilizava contratos falsos para sustentar cobranças judiciais e extrajudiciais que eram consideradas indevidas. A promotoria acredita que a estratégia visava simular dívidas milionárias, induzindo tanto as vítimas quanto o Poder Judiciário a erro, com o objetivo de obter pagamentos ilícitos.

Operação Resultou em Prisões e Busca e Apreensão

A operação policial resultou na execução de nove mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão. As autoridades apreenderam evidências que corroboram a atuação da quadrilha.

LEIA TAMBÉM!

Empresas Envolvidas na Fraude

As investigações apontaram o envolvimento de duas empresas: a Colonizadora Planalto Paulista Ltda e a Fonamsp. A Fonamsp, apresentada como uma entidade de mediação e arbitragem, era utilizada para conferir uma aparência de legalidade às cobranças, facilitando a fraude.

Nomes de Suspeitos Revelados

Os investigadores identificaram os principais responsáveis pelas tratativas relacionadas à Colonizadora Planalto Paulista Ltda, incluindo Anani Cândido de Lara, Luíz Teixeira da Silva Júnior e Rubens Maurício Bolourinho. O núcleo ligado à Fonamsp é composto por Wagner Rossi Silva, Patricia Alejandra Ormart Barreto, Jorge Alberto Rodrigues de Oliveira, Camila Mariana Alejandra Piaggio Nogueira Ormat, Carlos Xavier Lopes e Aline Cordeiro de Oliveira Boaventura, todos alvos de prisão preventiva.

Fundo da Investigação e Próximos Passos

João Carlos Di Gênio faleceu em fevereiro de 2022, e desde então o espólio, administrado pelos herdeiros, tem sido alvo de cobranças consideradas indevidas. As investigações continuam para determinar a extensão dos danos e identificar possíveis desdobramentos do caso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A polícia busca entender a dinâmica completa da fraude e responsabilizar os envolvidos.

Sair da versão mobile