Raimunda Veras e Ex-Assessora Envolvidas em Lavação de Dinheiro do Bicho!

Denúncia chocante aponta ex-assessora de Adriano Arraes em esquema de lavagem de dinheiro! Raimunda Veras Magalhães, com ligação com Flávio Bolsonaro, é acusada de movimentar R$ 8,5 milhões no jogo do bicho. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Denúncia Aponta Ligações de Ex-Assessora a Esquema de Lavagem de Dinheiro

Na quinta-feira, 19, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) formalizou uma denúncia contra Raimunda Veras Magalhães, mãe do ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Adriano, suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao jogo do bicho.

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A investigação aponta Raimunda como uma figura central na movimentação e ocultação de valores provenientes de empreendimentos de fachada, levantando questões sobre possíveis conexões com figuras políticas.

Investigações e Acusações

As investigações, conduzidas pelo Grupo de Atuação Especializada no Crime Organizado (Gaeco) do MPRJ, revelaram que a exploração do jogo do bicho ocorria principalmente na Zona Sul do Rio de Janeiro, com forte atuação em Copacabana, em parceria com o bicheiro Bernardo Bello.

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As transações ilegais teriam movimentado mais de R$ 8,5 milhões em um período de pouco mais de um ano. Paralelamente, a viúva de Adriano, Julia Lotufo, também foi denunciada, sob a suspeita de ter vendido imóveis e propriedades rurais que pertenciam ao miliciano.

Conexões Políticas e Histórico

Raimunda Veras Magalhães possui um histórico ligado ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Trabalhou como assessora no gabinete do então deputado estadual pelo Partido Progressistas (PP) entre 2016 e 2018, recebendo uma remuneração de R$ 6,5 mil (corrigada para R$ 12,4 mil).

A denúncia atual surge em um contexto de investigações envolvendo outras figuras relacionadas ao caso, incluindo Danielle, ex-mulher de Adriano, que também atuou como assessora entre 2007 e 2018, e o apontado como principal operador do esquema, .

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Operação Legado e Desdobramentos

A operação, denominada “Legado”, resultou na denúncia de 19 pessoas, com a expedição de dois mandados de prisão e seis de busca e apreensão. As investigações revelaram que bens avaliados em R$ 3,5 milhões, vendidos pela viúva de Adriano, foram adquiridos pelo deputado estadual Juninho do Pneu (União).

O Gaeco estruturou as acusações em três ações penais: uma relacionada à lavagem de dinheiro do jogo do bicho, outra sobre a atuação do grupo criminoso associado a Adriano e uma terceira sobre o “branqueamento de patrimônio”. A ação criminal foi anulada em 2021 devido a erros processuais, sem que o mérito do caso fosse julgado.

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