Ratinho réu em processo por violência contra Natália Bonavides? Saiba tudo!

Ratinho é réu em processo por violência política contra Natália Bonavides. Saiba os detalhes dos ataques e o que a Justiça Eleitoral decidiu!

17/04/2026 08:58

2 min

Ratinho réu em processo por violência contra Natália Bonavides? Saiba tudo!
(Imagem de reprodução da internet).

Ratinho é Réu em Processo por Violência Política Contra Deputada Federal

O apresentador Carlos Roberto Massa, popularmente conhecido como Ratinho, foi incluído no polo passivo da Justiça Eleitoral de São Paulo. Ele responde a uma acusação de violência política contra a mulher.

A formalização dele como réu ocorreu na última segunda-feira, dia 13. Isso aconteceu após o juízo eleitoral aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). A acusação se refere a ofensas e ataques direcionados à deputada federal Natália Bonavides, do PT-RN.

Detalhes dos Ataques e Acusação

Os fatos narrados no processo tiveram origem em 15 de dezembro de 2021. Naquela data, o incidente ocorreu durante a transmissão de um programa realizado na rádio Massa FM.

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Segundo o processo, ao comentar um projeto de lei proposto pela parlamentar, o apresentador proferiu declarações que foram consideradas tanto ofensivas quanto discriminatórias. A denúncia sugere que Ratinho agiu com o intuito claro de constranger e humilhar a deputada.

Intenção e Fundamento Legal

A acusação aponta que o apresentador utilizou estereótipos de gênero, desvalorizando a condição feminina de Natália Bonavides. O objetivo, segundo o MPE, seria dificultar o pleno exercício do mandato político da deputada.

A Justiça Eleitoral ressaltou que há provas robustas tanto da materialidade quanto da autoria do crime. As falas em questão foram comprovadas por meio de gravações em áudio e transcrições oficiais do programa de rádio.

Consequências Legais e Pedidos do Ministério Público

Ratinho responderá por infração ao artigo 326-B do Código Eleitoral. Este artigo prevê uma pena que pode variar de um a quatro anos de reclusão, além da imposição de uma multa.

Adicionalmente, como parte do processo judicial, o Ministério Público Eleitoral pleiteia que, em caso de condenação, seja determinado o pagamento de, no mínimo, R$ 1 milhão. Este valor visa reparar os danos morais sofridos pela vítima.

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