Reag Investimentos e Banco Master: Envolvimento Polêmico em CPI do Crime Organizado!

Reag Investimentos e Banco Master sob investigação! João Mansur entrega declarações polêmicas na CPI do Crime Organizado. Nega ligação com o PCC e expõe esquema bilionário. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Reag Investimentos e o Banco Master: Declarações Polêmicas na CPI

Na quarta-feira (11), o fundador da Reag Investimentos, João Carlos Mansur, prestou depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, sob a presidência do senador Fabiano Contarato (PT-ES). A declaração ocorreu em resposta a questionamentos sobre o relacionamento da administradora de recursos com o Banco Master.

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Mansur confirmou que o Banco Master era um dos clientes da Reag, descrevendo a situação como “normal”, comparando-a com outras instituições financeiras e empresas do mercado. Ele enfatizou que a Reag, por ser uma empresa “grande e independente”, era frequentemente penalizada nesse cenário, citando a frase “nosso mercado penaliza o independente”.

Negação de Ligação com o PCC

Em outra parte do depoimento, Mansur negou veementemente qualquer ligação entre a Reag e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele justificou a postura, alegando estar em um ambiente público e, com base em uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, exercer o direito ao silêncio em relação a informações que pudessem implicar em sua autoincrimação.

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Investigações e o Esquema de Lavagem de Dinheiro

As declarações de Mansur surgem no contexto de investigações em andamento que envolvem a Reag Investimentos e o Banco Master. A Polícia Federal, na primeira fase da Compliance Zero, investigou um esquema de vendas de carteiras de crédito inexistentes pelo Master ao Banco de Brasília (BRB).

O Banco Central alertou a PF e o Ministério Público Federal (MPF) sobre o suposto esquema bilionário entre Master e Reag, que atuaria como operadora da triangulação de recursos oriundos de fraudes.

A Reag já havia sido alvo de outras investigações, incluindo a operação Carbono Oculto, que revelou um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o PCC. Em agosto de 2026, a PF e o Ministério Público Federal (MPF) apuraram um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

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