Retorno à Lua: SLS e Orion chocam o mundo! 🚀 A NASA testa o foguete SLS, superando o Saturno V, em missão histórica. Missão Artemis II promete voos tripulados à Lua após 50 anos!
O novo sistema de lançamento, baseado no foguete SLS (Space Launch System) e na cápsula Orion, representa um avanço significativo na exploração espacial. Ele substitui as tecnologias da era Apollo por uma arquitetura mais complexa, projetada para missões de longa duração e exploração do espaço profundo.
O SLS, considerado o foguete de lançamento pesado mais potente já construído pela NASA, supera em cerca de 15% o empuxo do Saturno V, que possibilitou o primeiro pouso do homem na Lua.
Durante a decolagem, os propulsores sólidos desempenham um papel crucial, fornecendo mais de 75% da força nos primeiros dois minutos da missão – um período crítico para superar a gravidade terrestre. O sistema combina motores RS-25, derivados do programa Space Shuttle, que foi desativado em 2011, com combustível criogênico, composto por hidrogênio e oxigênio líquidos.
Essa escolha prioriza a eficiência energética, embora aumente a complexidade das operações.
A equipe da NASA transporta o estágio central do foguete SLS, com 64,6 metros de altura, para o edifício de montagem de veículos no Kennedy Space Center, na Flórida. Essa estrutura é fundamental para a missão Artemis II, que marca o retorno de voos tripulados ao redor da Lua após mais de 50 anos de inatividade.
A cápsula Orion, uma espaçonave tripulada, foi projetada para missões de até 210 dias de duração.
A Orion incorpora tecnologias avançadas, como rastreadores estelares, sensores solares e câmeras ópticas, que permitem a navegação autônoma no espaço profundo. Além disso, o escudo térmico da cápsula é capaz de suportar reentradas a velocidades superiores às das missões Apollo, atingindo até 40 mil km/h.
Um elemento de segurança vital é o Launch Abort System, um sistema de escape de emergência que pode separar a tripulação do foguete em milissegundos.
O módulo de serviço europeu, desenvolvido pela Agência Espacial Europeia (ESA), fornece energia, propulsão e suporte de vida para a missão. A arquitetura do sistema Artemis não se limita ao foguete, mas constitui um ecossistema que inclui a futura estação lunar Lunar Gateway e módulos de pouso desenvolvidos por empresas privadas como SpaceX e Blue Origin.
Essa abordagem representa uma mudança estrutural significativa, com a NASA integrando um modelo híbrido que envolve a participação comercial.
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