RH precisa de dados e resultados: Deloitte e Gartner apontam que mais de 70% dos CEOs querem o RH conduzindo mudanças.
O departamento de Recursos Humanos está passando por uma transformação significativa, impulsionada por novas expectativas e dados concretos. Estudos da Deloitte e Gartner revelam que mais de 70% dos CEOs esperam que o RH não apenas compreenda as mudanças organizacionais, mas também as conduza, apresentando resultados quantificáveis em vez de meras percepções.
Essa demanda crescente por resultados tangíveis exige uma conexão direta entre as metas de pessoas e os objetivos de negócio. Segundo Leandro Oliveira, diretor da Humand no Brasil, o RH precisa responder a perguntas cruciais que impactam diretamente os resultados financeiros da empresa.
Isso inclui avaliar o impacto financeiro da rotatividade de funcionários, o efeito da capacitação na receita e a eficiência real gerada por novas soluções internas.
Oliveira destaca cinco caminhos para apoiar executivos na construção de um RH analítico e alinhado ao negócio. A primeira rota envolve a apresentação de cada iniciativa com um business case e o cálculo do retorno sobre o investimento (ROI). Um exemplo prático é um programa de bem-estar, que deve demonstrar a redução de gastos com saúde e absenteísmo.
A segunda rota foca no alinhamento das metas de RH com as metas empresariais. Se a empresa busca expandir para um novo mercado, por exemplo, o RH deve desenvolver um plano de aquisição de talentos com competências específicas para essa expansão, definindo indicadores-chave de desempenho (KPIs) claros de tempo e custo por contratação.
A terceira rota envolve a utilização estratégica da tecnologia. Oliveira enfatiza que a tecnologia libera tempo para ações que exigem análise humana, como programas de desenvolvimento, apoio às lideranças e construção de planos de sucessão.
A adoção de sistemas deve priorizar o ganho operacional, permitindo mais espaço para interações de alto valor.
A quarta rota se baseia no uso de dados. Oliveira ressalta que o RH moderno opera com base em informações, permitindo identificar competências que sustentam metas futuras e direcionar investimentos em capacitação de forma objetiva. A tecnologia já fornece as informações necessárias; cabe à liderança utilizá-las para estruturar metas, prazos e impactos financeiros.
A última rota envolve a gestão da jornada completa do trabalhador, mapeando pontos de contato, coletando feedback contínuo e ajustando rotinas que influenciam a percepção interna e a retenção. Oliveira afirma que a clareza sobre a experiência contribui para formar empresas mais atraentes para profissionais qualificados.
Em resumo, um RH guiado por dados, ROI e estratégias claras exerce influência direta no resultado da empresa e amplia a capacidade de responder às demandas de um ambiente competitivo.
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