Roberto Sánchez Acusado de Fraude Eleitoral no Peru: Prisão em Jogo

Roberto Sánchez acusado de fraude eleitoral! Ministério Público do Peru pede 5 anos de prisão. Detalhes da acusação contra o candidato à presidência surgem

14/05/2026 12:40

2 min

Roberto Sánchez Acusado de Fraude Eleitoral no Peru: Prisão em Jogo
(Imagem de reprodução da internet).

Ministério Público do Peru Acusa Candidato à Presidência de Fraude Eleitoral

O Ministério Público do Peru formalizou nesta quarta-feira (13) uma acusação contra o candidato presidencial Roberto Sánchez, solicitando uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão. A acusação se baseia em supostas declarações falsas apresentadas ao órgão eleitoral peruano referentes às contribuições para sua campanha entre 2018 e 2020.

A medida ocorre após Sánchez garantir sua vaga para o segundo turno da eleição presidencial, competindo contra a também candidata Keiko Fujimori.

A promotoria destacou inconsistências nos relatórios financeiros do partido Juntos pelo Peru, que apoiou a campanha de Sánchez em diversas eleições regionais e municipais. Essas irregularidades foram descobertas através de documentos divulgados pela imprensa local e confirmados pela Agência France-Presse (AFP).

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A acusação formal aponta Sánchez como autor dos crimes de falsa declaração e falsificação de informações sobre contribuições e receitas de organizações políticas.

O caso teve sua primeira apresentação aos tribunais em janeiro de 2026, porém, a Justiça inicialmente rejeitou o caso, solicitando uma reformulação da acusação. O Poder Judiciário agendou uma audiência para 27 de maio, onde decidirá se o caso seguirá para julgamento oral ou será arquivado.

A promotoria alega que Sánchez recebeu mais de 57 mil dólares em contribuições de membros do Juntos pelo Peru para atividades partidárias, sem declará-los ao Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).

Em resposta à acusação, Sánchez negou as acusações, afirmando que as denúncias foram uma tentativa de desacreditá-lo politicamente. Ele ressaltou que a Justiça já havia rejeitado acusações relacionadas ao uso pessoal de recursos do partido, sem encontrar evidências de fraude ou apropriação indevida.

A disputa pelo segundo turno presidencial entre Sánchez (12%) e López Aliaga (11,9%) foi marcada por atrasos na apuração, devido a denúncias de irregularidades na votação de 12 de abril, enquanto Keiko Fujimori liderou o primeiro turno com 17,1% dos votos.

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