Ceticismo de Rogério Correia sobre Relatório da CPMI do INSS
O vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Rogério Correia (PT-MG), demonstrou forte desconfiança em relação ao relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A apresentação do documento, que ultrapassa as 5 mil páginas e envolve o indiciamento de mais de 220 indivíduos, foi vista com ceticismo pelo petista.
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Correia classificou o relatório como uma ferramenta utilizada para fins eleitorais, argumentando que a ausência de provas concretas e evidências sólidas o torna inadequado. Em declarações à Jovem Pan, o parlamentar enfatizou que a análise não encontrou elementos que sustentassem acusações diretas contra envolvidos no caso.
Alfinetada à Oposição
O petista aproveitou a oportunidade para criticar a oposição, ressaltando que o relatório não mencionou o nome do filho do presidente, Flávio Bolsonaro, nem estabeleceu qualquer ligação entre o escritório do senador e o tesoureiro do Careca. Além disso, Correia destacou que a quebra de sigilo do senador não foi autorizada pela própria comissão.
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Comparação com o Caso Lulinha
O parlamentar também fez uma comparação com o caso envolvendo o ex-senador Sarley Marcos, conhecido como “Lulinha”, afirmando que a CPMI não identificou nenhuma irregularidade relacionada a ele. “Do Lulinha não acharam nada”, completou, reforçando sua visão de que o relatório não possui mérito para sustentar investigações mais aprofundadas.
