Romeu Zema critica STF e STF: “Ministros podem ser presos”, diz governador

Romeu Zema critica ministros do STF e sugere impeachment! Saiba o que ele disse sobre Alexandre de Moraes e Dias Toffoli em SP.

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(Imagem de reprodução da internet).

Romeu Zema critica ministros do STF e fala sobre cenário político

Durante um evento realizado na Associação Comercial e Empresarial de São Paulo, o governador de Goiás, Romeu Zema, fez críticas contundentes a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Em suas declarações, ele sugeriu que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli poderiam passar por um processo de impeachment.

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Zema foi mais incisivo ao levantar a possibilidade de ambos os ministros até mesmo estarem presos. Segundo o governador, existem várias inconsistências nas decisões e condutas dos magistrados, que, na visão dele, agem como se fossem “intocáveis”.

Críticas se estendem ao cenário político nacional

O governador não limitou suas críticas apenas ao Judiciário. Ele estendeu seu questionamento ao cenário político geral do país, apontando que essa postura de impunidade também é observada entre os parlamentares em Brasília, incluindo deputados e senadores.

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Repercussão de vídeo com Flávio Bolsonaro e posicionamento político

No fim de semana, Zema chamou a atenção nas redes sociais ao publicar um vídeo ao lado de Flávio Bolsonaro. Na gravação, em um tom mais leve e seguindo uma tendência popular nas plataformas digitais, foi levantada a hipótese de Flávio ser seu vice em uma futura candidatura presidencial.

Contudo, ao conversar com jornalistas nesta segunda-feira, o governador adotou um discurso mais cauteloso. Ele afirmou ser pré-candidato com uma chapa própria, descartando, por enquanto, qualquer aliança com o senador.

Divergências partidárias marcam o distanciamento

Ao comentar as diferenças entre ele e Flávio Bolsonaro, Zema enfatizou que as divergências partidárias são um fator principal. Ele criticou o PL, partido de Bolsonaro, alegando que a legenda congrega “frutos podres”.

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Em contrapartida, ele ressaltou que em seu partido, o Novo, membros envolvidos em irregularidades são expulsos. Como exemplo, citou o próprio ex-presidente da sigla, que teria sido afastado após se alinhar ao PT.

Foco em segurança e confiança em sua trajetória

Zema buscou se apresentar como um representante de uma “direita diferente”. Entre suas propostas, ele destacou a intenção de reduzir gastos públicos e dar prioridade à segurança, propondo mudanças legislativas para aumentar a punição de criminosos.

Apesar de apresentar índices modestos nas pesquisas eleitorais, o governador demonstrou confiança em seu potencial. Ele relembrou sua campanha de 2018, quando iniciou a disputa pelo governo de Minas Gerais com pontuação baixa, mas conseguiu crescer até conquistar a vitória.

Zema expressou sua convicção de que esse movimento de ascensão pode se repetir na disputa pelo Palácio do Planalto.

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