Moscou ataca a rede energética da Ucrânia todos os invernos desde a invasão de 2022, afetando o fornecimento de eletricidade, calefação e água.
Um ataque realizado por forças russas na região de Odessa, no sul da Ucrânia, resultou na falta de energia para milhares de pessoas, em um momento crítico antes do inverno. O governador Oleg Kiper informou no Telegram que, “ontem à noite, o inimigo atacou a infraestrutura de energia e civil na região de Odessa”. Ele acrescentou que “engenheiros elétricos estão fazendo todo o possível para restaurar totalmente o fornecimento de energia”.
Ainda não há informações precisas sobre o número de pessoas afetadas pela interrupção de energia. Contudo, a empresa de energia DTEK relatou cortes em várias áreas da cidade costeira de Odessa. Posteriormente, a DTEK anunciou que conseguiu restabelecer o fornecimento de energia para mais de 240.000 residências na região.
Desde a invasão da Ucrânia em 2022, Moscou tem atacado a rede elétrica do país todos os invernos, resultando na interrupção do fornecimento de eletricidade e aquecimento para milhões de lares, além de afetar o abastecimento de água. Kiev considera essas ações como crimes de guerra, enquanto a Rússia alega que não tem como alvo os civis, afirmando que a infraestrutura elétrica da Ucrânia é utilizada para apoiar seu aparato militar.
Por outro lado, Kiev defende que os ataques são direcionados principalmente a civis. Os cortes de energia deste sábado ocorreram um dia após um ataque russo em larga escala que afetou o fornecimento de energia em grande parte de Kiev e em outras nove regiões do país. A DTEK confirmou que, na manhã de sábado, havia restabelecido o fornecimento de energia para mais de 800.000 residências na capital após o ataque.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, conversou com seu homólogo americano, Donald Trump, pedindo que ele trabalhasse para selar a paz na Ucrânia, assim como fez no Oriente Médio. Zelensky elogiou Trump por seu sucesso em alcançar um acordo no Oriente Médio, considerando-o uma conquista extraordinária. Ele afirmou que, se é possível interromper uma guerra em uma região, é viável fazer o mesmo em outras, incluindo a da Rússia.
Além disso, Zelensky já havia solicitado a Trump que pressionasse o presidente russo, Vladimir Putin, a cessar os bombardeios contra a Ucrânia. Uma delegação ucraniana deve viajar aos Estados Unidos “no início da próxima semana” para discutir sanções, energia e defesa aérea, conforme anunciado por Zelensky. O líder ucraniano também mencionou que a questão do congelamento de ativos russos será abordada nas conversas com os Estados Unidos.
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