Safra da soja no Brasil desacelera! ⚠️ Colheita da #soja 2025/26 atrasa com ritmo lento. Rio Grande do Sul em alerta por estiagem! Saiba mais
A colheita da soja no Brasil para a safra 2025/26 está acontecendo, mas com um ritmo mais lento do que o esperado. Dados recentes da AgRural, uma consultoria agrícola, indicam que apenas 30% da área plantada de soja foi colhida até recentemente, um aumento de 9 pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda abaixo dos 39% registrados na mesma época do ano passado.
A AgRural atribui essa desaceleração a fatores como o plantio tardio das sementes, o alongamento do ciclo das lavouras e o período de chuvas durante a colheita, que variam de região para região.
A situação no Rio Grande do Sul, que enfrenta uma severa estiagem, é particularmente preocupante. As chuvas da semana passada foram recebidas com otimismo pelos produtores, mas a distribuição foi desigual, com muitas áreas ainda apresentando solos com baixa umidade.
Considerando que grande parte das lavouras gaúchas ainda está na fase de enchimento dos grãos, a safra do estado corre risco de quebra e depende de mais chuvas para minimizar as perdas.
Apesar do ritmo lento, a estimativa da safra brasileira de soja para 2025/26 ainda é de 178 milhões de toneladas. Se essa projeção se confirmar, representa um aumento de 3,8% em relação à safra anterior, 2024/25, conforme divulgado pela estatal no último levantamento da semana passada.
O fenômeno El Niño está sendo monitorado de perto pelo setor agrícola brasileiro e pelo mercado de commodities. A StoneX, uma consultoria de commodities, prevê que a La Niña, que estava presente em outubro de 2025, perderá intensidade ao longo do verão, retornando à neutralidade do fenômeno El Niño–Oscilação Sul (ENSO) para março de 2026.
A NOAA, Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, aponta para uma probabilidade de 61% de formação de um El Niño no trimestre setembro-outubro-novembro de 2026.
O El Niño é um fenômeno climático global que causa aquecimento anormal nas águas do Oceano Pacífico Equatorial, alterando os padrões climáticos e afetando diretamente a agricultura no Brasil. No Sul do país, o El Niño pode atrasar o plantio e a colheita, além de aumentar a incidência de doenças fúngicas e o encharcamento do solo, como foi observado recentemente.
Já no Norte e no Nordeste, o fenômeno tende a reduzir as chuvas, causando períodos prolongados de seca que afetam lavouras como milho, feijão e mandioca, além das pastagens destinadas à pecuária.
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