Sanae Takaichi assume o comando do Japão em cenário de alta dívida e tensões geopolíticas. Leia na Forbes Brasil.
A recém-nomeada primeira-ministra do Japão, uma grande admiradora da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, enfrenta o desafio de reverter uma grave crise econômica que afeta o país e tem implicações para os Estados Unidos e o resto do mundo livre.
A Dama de Ferro, em seu período de liderança do Reino Unido entre 1979 e 1990, transformou a nação, anteriormente considerada “o homem doente da Europa”, em um dinâmico centro econômico, através de políticas de redução de impostos, quebra do poder dos sindicatos e controle da inflação.
A nova primeira-ministra do Japão defende um aumento nos gastos com defesa e a consolidação de laços militares e econômicos com os Estados Unidos. No entanto, suas políticas econômicas, que se assemelham a abordagens anteriores, podem não ser suficientes para escapar da crise.
O Japão tem um histórico de gastos governamentais elevados e impostos altos, resultando em uma dívida pública quase o dobro da dos Estados Unidos.
Desde a década de 1990, o Banco do Japão implementou uma política de taxas de juros zero, pressionando as instituições financeiras a possuírem títulos governamentais com valor de mercado inferior ao valor contábil. A carga tributária sobre a folha de pagamento no Japão excede 32%, em comparação com 15,3% nos EUA, sem limite de renda.
As alíquotas corporativas variam até 35%, e a máxima para pessoas físicas atinge 45%.
A instabilidade do iene, combinada com as políticas de estímulo ao consumo do Japão, pode desencadear uma crise cambial com consequências globais. A turbulência nos mercados de títulos e a tentação dos governos de injetar liquidez através da compra de títulos podem levar à inflação.
Uma crise no Japão afetaria a Rússia, China, Coreia do Norte e Irã, além de outros atores globais.
O sucesso da primeira-ministra Takaichi seria crucial para o futuro do mundo livre. A reversão do declínio econômico do Japão, que contrastava com o sucesso pós-Segunda Guerra Mundial, dependeria da adoção de políticas que se assemelhem às de Margaret Thatcher, começando com cortes significativos nos impostos.
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