Sanofi Vende Medley ao Grupo EMS em Negócio Estratégico
A farmacêutica francesa Sanofi anunciou a venda da Medley, uma das maiores marcas de genéricos no Brasil, para o Grupo EMS. Os detalhes financeiros do acordo permanecem confidenciais, mas a operação marca um novo capítulo para ambas as empresas. A Medley, conhecida por sua ampla distribuição em farmácias e por oferecer medicamentos com preços acessíveis, consolidou-se como um player importante no mercado brasileiro de genéricos.
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O Grupo EMS vê na aquisição da Medley um ativo estratégico, com o objetivo de expandir sua atuação no segmento de genéricos e ampliar o acesso da população a medicamentos. Segundo Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo EMS, “A Medley construiu uma marca muito sólida e respeitada no mercado brasileiro e possui medicamentos importantes.
Esta aquisição é relevante para o povo brasileiro e para a indústria nacional”. A intenção é manter as operações da Medley separadas, garantindo a continuidade do fornecimento de medicamentos e preservando a presença da marca no mercado de genéricos.
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Foco da Sanofi em Inovação e Vacinas
A venda da Medley faz parte de uma estratégia de reposicionamento da Sanofi no Brasil. A empresa busca concentrar seus investimentos em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas, áreas onde acredita poder gerar maior impacto para pacientes com necessidades médicas não atendidas.
Fernando Sampaio, presidente da Sanofi Brasil, destacou que “Este acordo reflete a estratégia da Sanofi de focar seus investimentos e expertise em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas, onde podemos gerar maior impacto para pacientes brasileiros com necessidades médicas não atendidas”.
Próximos Passos e Considerações Regulatórias
A Medley, criada no Brasil e adquirida pela Sanofi no início dos anos 2000, possui uma base de pacientes significativa e uma presença relevante no mercado de genéricos. Até a conclusão da transação, a operação da empresa continuará sendo administrada pela Sanofi.
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O fechamento do negócio depende da aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e do cumprimento de outras condições regulatórias. Durante este período, a Sanofi assegura que não haverá alterações nas operações ou no fornecimento de medicamentos aos pacientes, profissionais de saúde e parceiros.
