Santa Catarina revoluciona o turismo com ondas gigantes! 🌊 Descubra a Rota do Big Surf e o recorde brasileiro de 14,82m surfado por Lucas Chumbo em Jaguaruna. 🏄♂️ O estado se consolida como destino global de surfe e atrai investimentos! #BigSurf #Turismo #SantaCatarina
Santa Catarina tem se destacado no cenário turístico brasileiro, buscando novas estratégias para atrair visitantes e impulsionar a economia. Uma dessas apostas é o desenvolvimento do turismo de ondas grandes, que tem se mostrado um grande potencial para o estado.
O objetivo é não apenas aumentar o tempo que os turistas passam por aqui, mas também distribuir melhor os benefícios econômicos ao longo do ano, reduzindo a dependência do turismo de verão.
A modalidade de surfe de ondas gigantes ganhou destaque no litoral sul de Santa Catarina, transformando-se em um novo motor econômico. Cidades como Jaguaruna, Laguna, Imbituba e Garopaba estão conectadas por uma rota que abrange menos de 90 quilômetros, e Tubarão funciona como um centro de apoio, oferecendo infraestrutura e serviços para atletas e visitantes.
Essa iniciativa visa posicionar o estado em um circuito global de surfe de ondas gigantes, similar aos destinos renomados de Nazaré, em Portugal, e Teahupoo, no Taiti.
A formação dessas ondas gigantes é resultado do fenômeno do “empinamento”, que ocorre quando ondas profundas encontram áreas com fundos mais rasos, aumentando sua altura e energia. No litoral catarinense, a combinação de uma montanha submersa e a incidência de sistemas meteorológicos intensos criam condições ideais para ondas que frequentemente ultrapassam os 10 metros de altura.
Essa combinação única coloca a região em um grupo seleto de destinos mundiais de surfe de ondas gigantes.
Foi em Jaguaruna que o Brasil registrou a maior onda já surfada em território nacional, com 14,82 metros de altura, enfrentada pelo surfista Lucas Chumbo na Laje da Jagua. Anteriormente vista como um risco à navegação, a formação rochosa submersa passou a ser reconhecida como um dos pontos mais promissores para a formação de ondas gigantes.
Essa mudança de perspectiva transformou um obstáculo natural em um ativo estratégico para o turismo esportivo.
A consolidação da Rota do Big Surf e a realização de competições nacionais inserem Santa Catarina em um circuito ainda restrito no mundo. O impacto vai além do esporte de alto rendimento, atraindo um público especializado, composto por atletas, equipes técnicas, fotógrafos, cinegrafistas e entusiastas, que permanecem por mais tempo e gastam mais do que o turismo de massa.
Isso beneficia diretamente setores como hotéis, serviços náuticos, transporte, alimentação e a produção audiovisual. Ao transformar um fenômeno natural em produto turístico estruturado, o estado agrega valor à cadeia do turismo, contribuindo para diversificar a economia local e reduzir a dependência da sazonalidade tradicional do verão.
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