Senado criminaliza ódio a mulheres! Lei aprovada em votação polêmica e ignora críticas de direita. Saiba mais!
O Senado Federal aprovou na terça-feira, 24 de julho de 2026, um projeto de lei que estabelece a misoginia como crime grave, equiparando-a ao racismo. A medida representa uma mudança significativa, pois o ódio ou aversão direcionada a mulheres passará a ser considerado um delito com penas mais severas.
Atualmente, casos semelhantes eram geralmente tratados como injúria ou difamação, com punições que variavam de dois meses a um ano de reclusão.
A nova legislação prevê um tempo de reclusão de dois a cinco anos, acrescido de multa. A proposta, originada pela senadora Ana Paula Lobato (PSD-MA) e relatada por Soraya Thronicke (Podemos-MS), gerou reações diversas entre os parlamentares. Deputados da direita, especialmente através das redes sociais, expressaram forte oposição à proposta.
Nikolas Ferreira (PL-MG) foi um dos mais veementes críticos, classificando o projeto como “inacreditável” e uma “aberração”. Ele declarou que iniciaria esforços para tentar revogar a decisão. Mario Frias (PL-SP) argumentou que a lei seria uma “mordaça ideológica”, utilizada para criminalizar qualquer tipo de crítica ou desentendimento com mulheres, acusando o projeto de tentar “criminalizar o homem por ser homem”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) defendeu que o projeto não visava homens ou mulheres, mas sim fazia parte de uma agenda para “corroer o vínculo entre ambos e dissolver a família”. A votação no Senado foi de 67 votos a favor, dos 68 presentes na sessão, apesar das manifestações de oposição.
Damares Alves (Republicanos-DF), um nome importante da oposição, votou a favor da lei, apesar de expressar preocupação com o potencial impacto na liberdade de expressão, especialmente considerando que ela própria enfrenta um processo por misoginia.
Sergio Moro (União-PR) também se posicionou favoravelmente, mas criticou a construção do projeto, alertando para o risco de ameaçar a liberdade de expressão no país. Ele mencionou a tentativa da oposição de apresentar uma emenda para esclarecer o texto, que foi rejeitada.
O projeto agora segue para análise na Câmara dos Deputados. Se aprovado sem alterações, será encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para sanção.
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