Senador Girão Busca Apoio Urgente nos EUA contra ‘Ditadura da Toga’

Senador Girão busca apoio nos EUA para casos de presos políticos! 🚨 Reuniões com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e membros do Congresso norte-americano. Crise em Brasília: busca por justiça e liberdade individual

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(Imagem de reprodução da internet).

Senador Girão Busca Apoio nos EUA para Questão de Presos Políticos

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) iniciou uma viagem aos Estados Unidos nesta terça-feira (20) com o objetivo de intensificar os esforços para a atenção internacional à situação de presos políticos no Brasil. A agenda do parlamentar em Washington inclui reuniões com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), e com membros do Congresso norte-americano.

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Girão enfatizou que a principal preocupação da viagem é a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas também a análise de casos de outros indivíduos acusados de envolvimento nos atos de 8 de janeiro. Em declarações à Jovem Pan, o senador afirmou que a pauta se estenderá além do caso Bolsonaro, abrangendo a discussão sobre a situação geral de presos políticos no país.

A iniciativa do parlamentar ocorre em paralelo com a mobilização do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que está conduzindo uma marcha até Brasília. Girão acredita que a pressão internacional é fundamental para denunciar o que ele considera “violações das liberdades individuais” e “uma ditadura da toga” no Brasil.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, anunciou que a Corte Interamericana de Direitos Humanos aceitou um pedido apresentado por ela e outros parlamentares para investigar as condições de encarceramento de Jair Bolsonaro.

Segundo a senadora, há suspeitas de tratamento inadequado devido à idade e problemas de saúde do ex-presidente, que cumpre pena desde novembro em uma sala da Polícia Federal em Brasília.

A senadora alega que a situação de Bolsonaro, com mais de 70 anos e com problemas de saúde, não justifica o cumprimento da pena em regime fechado, o que ela considera um tratamento degradante. A viagem de Girão e outros parlamentares segue uma linha já trilhada em janeiro de 2025, quando uma comitiva de deputados e senadores também esteve nos Estados Unidos para discutir a situação do ex-presidente e outros envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.

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