Senador Viana intensifica pressão contra Vorcaro no caso do INSS e 254 mil aposentados!

CPI do INSS: Vorcaro sob pressão! Senador Viana avalia medida coercitiva para depoimento. Banco Master investiga descontos irregulares de 254 mil aposentados. STF garante apoio ao caso!

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), está considerando a medida de condução coercitiva para obrigar o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a depor.

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A decisão surge após o adiamento do depoimento originalmente agendado para o dia 26 de fevereiro. O adiamento foi solicitado pela defesa de Vorcaro, que agora prevê o depoimento após o período do carnaval.

Foco nos Descontos Irregulares

A CPMI do INSS está concentrada em investigar os descontos realizados pelo Banco Master, que eram feitos sem a devida confirmação de origem. Segundo o senador Viana, o INSS repassava o dinheiro ao banco, o que levanta questionamentos sobre a legalidade da operação.

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O objetivo principal da comissão é entender como Vorcaro conseguiu essa situação e como os 254 mil aposentados que sofriam com os descontos foram atendidos.

Encontro com o STF e Expectativas

Em terça-feira, o senador Viana se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, para discutir o caso. Toffoli garantiu que autorizará o deslocamento de Daniel Vorcaro para Brasília, caso seja necessário, para prestar depoimento à comissão.

Além disso, o ministro se comprometeu a liberar o acesso às quebras de sigilo do banqueiro assim que a Polícia Federal concluir a consolidação dos dados, um processo que, segundo Viana, deve ser finalizado em duas a três semanas.

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Limites da Investigação

O senador Carlos Viana ressaltou que a CPMI do INSS tem um escopo limitado na investigação, restrito aos descontos irregulares praticados pelo Banco Master. Ele explicou que a comissão não pode se aventurar a investigar a relação do banco com outras instituições financeiras ou com o governo, devido aos limites constitucionais da CPI.

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