Serasa explica como funciona a penhora de bens. Entenda o processo judicial de apreensão de ativos como carros, imóveis e dinheiro em bancos. Saiba quais bens podem ser penhorados e como evitar
A penhora de bens é uma situação que gera grande apreensão no Brasil, especialmente quando se trata de dívidas. A possibilidade de perder o patrimônio, seja ele pessoal ou empresarial, como garantia de pagamento, pode se tornar um cenário assustador para muitos.
Diante dessa incerteza, o Serasa buscou esclarecer o processo, desmistificando as dúvidas e oferecendo informações importantes para quem se encontra nessa situação.
O processo de penhora, em sua essência, é uma medida judicial utilizada para garantir o pagamento de uma dívida. O credor, ao identificar a necessidade de recuperar o valor devido, aciona o juiz, dando início a uma ação de execução. É importante ressaltar que todo o procedimento se desenvolve dentro do âmbito de uma ação judicial, conduzida pelo credor.
O tempo necessário para a conclusão do processo de penhora pode variar significativamente, dependendo da complexidade do caso e da postura das partes envolvidas. No entanto, a agilidade do processo pode ser acelerada por meio de negociações e acordos entre o devedor e o credor.
Essas estratégias podem evitar a penhora ou, pelo menos, reduzir o impacto da medida.
O Código de Processo Civil (CPC) estabelece uma ordem de prioridade para os bens que podem ser penhorados, considerando a viabilidade de conversão em dinheiro. O juiz, ao tomar essa decisão, leva em conta o patrimônio do devedor e a possibilidade de transformar os bens em moeda. A seguir, listamos as principais categorias de bens que podem ser alvo da penhora:
A lei também protege bens essenciais para garantir a subsistência do devedor e de sua família. O Código de Processo Civil define categorias de bens que a justiça não pode tomar como garantia. Isso inclui, por exemplo, o salário do devedor, o valor necessário para a manutenção da família e bens indispensáveis para a vida pessoal.
Para proteger o patrimônio e evitar a penhora, é fundamental adotar medidas preventivas e proativas. Buscar orientação jurídica especializada, negociar com o credor e organizar as finanças são passos importantes para lidar com essa situação. É importante lembrar que a prevenção é sempre o melhor caminho.
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