Sociais se manifestam no Brasil contra o aumento das tarifas

A população manifesta defesa da soberania nacional, com demandas econômicas e de âmbito internacional nos protestos.

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(Imagem de reprodução da internet).

Movimentos sociais e organizações estudantis promoveram nesta sexta-feira (1º de agosto de 2025 atos de protesto contra a taxa de 50% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. As manifestações foram organizadas para coincidir com o início da vigência da alíquota adicional.

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Na manhã de hoje, ocorreram manifestações em Brasília, na embaixada dos EUA, e em São Paulo, em frente ao consulado norte-americano. Há atos programados em outras 7 capitais durante a tarde: Salvador, Recife, Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Florianópolis.

Em São Paulo, indivíduos realizaram manifestações que zombaram do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi retratado como um prisioneiro, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi mostrado agradecendo ao norte-americano pela tarifa.

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A CUT (Central Única dos Trabalhadores), demais centrais sindicais, UNE (União Nacional dos Estudantes), Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), além dos movimentos Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular, estiveram entre as entidades que participaram.

A mobilização nacional foi mantida pelos organizadores, mesmo após a alteração da data de implementação das tarifas, que agora está prevista para 7 de agosto.

Além da defesa da soberania nacional, os manifestantes incluíram outras demandas nos protestos, como: o encerramento da escala 6×1, a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000, a tributação dos super-ricos, a oposição à “pejotização” e o fim do conflito na Faixa de Gaza.

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Fonte por: Poder 360

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