Soja Brasileira em Crise: Colheita Desesperada e Produtividade em Risco!

Colheita da soja no Brasil desacelera e causa pânico! 🚀 Desabastecimento? Produção em risco com clima extremo e alertas da AgRural e Conab. Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Colheita da Soja no Brasil Apresenta Desaceleração e Questionamentos

A colheita da soja para a safra 2025/26 no Brasil está perdendo o ritmo em comparação com o mesmo período de 2025, gerando preocupações sobre a possibilidade de um novo recorde de produção. Dados da AgRural, uma consultoria agrícola, revelam que, até a quinta-feira, 12, a colheita havia recuado 16% em relação à semana anterior e 24% em comparação com o mesmo período de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A desaceleração se concentra em alguns estados, com o clima desempenhando um papel crucial.

Em Mato Grosso, a situação é particularmente delicada. O clima mais úmido e fechado, característico do que os agricultores chamam de “inverno”, tem limitado a exposição solar e dificultado o avanço das máquinas colheitadeiras. A AgRural alertou que essa condição também contribui para problemas de qualidade nos grãos, especialmente na região norte do estado.

LEIA TAMBÉM!

Com a soja ainda em grande parte a ser colhida em áreas mais tardias e com chuvas persistentes, a consultoria acredita que o problema poderá se agravar nas próximas semanas.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção total em 178 milhões de toneladas. Se essa estimativa se confirmar, a produção representaria um aumento de 3,8% em relação à temporada 2024/25, conforme divulgado em seu último levantamento, realizado na semana passada.

No entanto, a Conab reconheceu a redução das chuvas, principalmente no Rio Grande do Sul, e a consequente perda do potencial produtivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em contraste, o Rio Grande do Sul apresenta um cenário positivo. Segundo a AgRural, as chuvas continuam a ocorrer, embora os produtores já estejam começando a calcular as perdas de produtividade que podem se intensificar se as chuvas permanecerem irregulares na segunda quinzena de fevereiro.

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IMA) do estado aponta um déficit hídrico, aliado a temperaturas elevadas, alta demanda evaporativa e baixa umidade do ar. Essa combinação está causando murchas nas plantas, envelhecimento precoce e até mesmo o abortamento de flores e vagens.

O IMA projeta 6.742.236 hectares de área plantada com soja no estado e prevê uma revisão na produtividade estimada, com novas avaliações de campo programadas para a segunda quinzena de fevereiro. A Conab também identificou uma redução nas chuvas no Rio Grande do Sul e reconheceu que o potencial produtivo já foi afetado, com as perdas ainda em fase de avaliação.

Sair da versão mobile