Soldado da PM morta em São Paulo: mistério e suspeitas chocam! Gisele Alves Santana, 32, encontrada fatal com tiro na cabeça. Tenente-coronel é investigado!
Em fevereiro de 2026, a comunidade se mobilizou em torno do caso da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento no bairro do Brás, em São Paulo. O incidente, ocorrido em 18 de fevereiro, chocou a cidade e levantou diversas questões sobre as circunstâncias da morte.
O companheiro da vítima, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, também residia no mesmo local.
O caso começou com um disparo registrado às 7h28 por uma vizinha. O tenente-coronel, presente no local, comunicou o ocorrência ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) às 7h57, inicialmente classificando o caso como suicídio. No entanto, a família da vítima, desde o início, contestou essa versão, e o registro foi posteriormente alterado para “morte suspeita”.
A investigação se intensificou com o depoimento do tenente-coronel, que alegava estar banhando no momento do disparo, embora evidências apontassem que ele não havia usado água.
Socorristas que chegaram ao local registraram a vítima com a arma em mãos, uma observação que o advogado da família, José Miguel Silva Junior, considerou incomum em casos de suicídio. A investigação revelou detalhes adicionais, como a presença de lesões na face, pescoço e lateral direita do corpo de Gisele, indicando possíveis agressões com unhas.
A descoberta dessas lesões gerou ainda mais dúvidas sobre a natureza do ocorrido.
A investigação avançou rapidamente, com o tenente-coronel entrando em contato com o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que compareceu ao local. Posteriormente, três policiais foram designadas para realizar uma limpeza no apartamento, conforme confirmado em depoimentos.
Em 19 de fevereiro, o primeiro laudo necroscópico detalhou as lesões sofridas pela soldado. Em 6 de março, o corpo de Gisele foi removido, e um laudo subsequente confirmou lesões contundentes na face e na região cervical.
Na terça-feira (17), um mandado de prisão preventiva foi emitido contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. A Polícia Civil concluiu o inquérito policial, indiciando-o por feminicídio e fraude processual. Na manhã seguinte, Geraldo foi preso e levado ao 8º Distrito Policial, onde permanece à disposição da Justiça, com destino ao Presídio Militar Romão Gomes.
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