Stablecoins: Debate entre Instituições Financeiras no Brasil
Na última terça-feira, 17 de março de 2026, executivos de diversas instituições financeiras se reuniram para discutir o potencial das stablecoins, criptomoedas atreladas a ativos como o dólar. O debate, centralizado em casos de uso como transações internacionais entre pessoas físicas e empresas, demonstra o crescente interesse do setor financeiro tradicional nesse novo tipo de ativo digital.
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Pedro Barreiro, diretor de banking na Nomad, destacou que as stablecoins e o dinheiro tokenizado podem otimizar significativamente as ineficiências presentes no sistema de contas internacionais. Barreiro argumenta que essa tecnologia pode simplificar o acesso a ativos, eliminando a burocracia associada às contas tradicionais.
A Mynt, do BTG Pactual, oferece acesso ao ouro sem complicações, enquanto o PAXG proporciona investimento com baixo custo, liquidez e proteção em momentos de instabilidade econômica.
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O evento “Stablecoins na prática: casos de uso do mundo real no ecossistema de fintechs do Brasil” promoveu um painel de discussão sobre a viabilidade das stablecoins. Pedro Barreiro defendeu o uso dessas ferramentas, enfatizando que elas podem replicar a funcionalidade de uma conta internacional, porém de forma mais simples e direta. “Acreditamos que as stablecoins podem resolver muitas ineficiências, oferecendo um serviço similar ao de uma conta internacional, mas com um processo muito mais ágil e descomplicado”, afirmou o executivo.
O evento, que se estende de 17 a 19 de março, está sendo realizado no Teatro Municipal e no WTC de São Paulo. A primeira edição do MERGE no Brasil visa conectar os negócios cripto da América Latina com a Europa, onde a iniciativa foi concebida, fomentando a colaboração e o desenvolvimento do setor.
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