CPI expõe ligações entre STF e Banco Master! Ministro Toffoli é alvo de investigação por suspeita de sócio na Maridt Participações. Revelações chocantes e convocações urgentes!
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Organização Criminosa aprovou na quarta-feira, 25 de junho de 2026, a quebra do sigilo fiscal da Maridt Participações. A empresa, registrada em nome dos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, também envolve o próprio ministro como sócio.
A decisão da CPI também inclui a convocação de depoimento de alguns dos envolvidos.
Além disso, o senador Eduardo Girão (Novo-CE), autor da proposta, solicitou o comparecimento do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, uma vez que a participação de magistrados do STF é um ponto central da investigação. A obrigatoriedade de comparecimento dos ministros do STF ainda está em análise.
Os irmãos do ministro José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli foram formalmente convocados para prestar esclarecimentos. A investigação se concentra nos vínculos entre o STF e o Banco Master, levantando questionamentos sobre possíveis conflitos de interesse.
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro André Luiz Moraes, do STF, firmou um contrato de R$ 129 milhões com o Master, o que intensificou as suspeitas.
Dias Toffoli, que anteriormente atuava como relator das investigações da Operação Compliance Zero no STF, é sócio anônimo da Maridt, empresa dirigida por seus irmãos. A Maridt também possuía participação em dois resorts da rede Tayayá. A empresa vendeu sua participação no negócio de hospedagem no Paraná para um fundo de investimento, cujo acionista majoritário era o pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro de Vorcaro.
O senador Eduardo Girão justificou a convocação de Toffoli e Moraes, citando decisões processuais e administrativas consideradas incomuns na investigação do Banco Master. O requerimento destaca a avocação excepcional do procedimento para o Supremo Tribunal Federal, a imposição de grau máximo de sigilo e a centralização de atos relevantes sob a relatoria do ministro Toffoli.
A CPI busca entender a natureza das interlocuções, os limites entre atuação institucional e interesses privados, e a possível sobreposição de funções públicas e relações privadas.
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