STF sob Investigação: Contrato Polêmico e R$ 129 Milhões Envolvem Família de Ministro!

STF: Contrato Polêmico Revelado! Operação da PF apura esquema envolvendo família de ministro. Mandados em SP, RJ e Bahia. Viviane Barci de Moraes é alvo de investigação. R$ 129 milhões em jogo!

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(Imagem de reprodução da internet).

Investigações da PF Revelam Contrato Polêmico envolvendo Família de Ministro do STF

A Polícia Federal intensificou suas investigações nesta segunda-feira (17) com a execução de quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A operação visa apurar quebras irregulares de sigilo de informações de familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A determinação para a ação foi emitida pela própria Corte, em resposta a uma representação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

As buscas, que se estenderam por diversas localidades, resultaram em medidas cautelares adicionais. Entre elas, o monitoramento eletrônico de suspeitos, o afastamento temporário de cargos públicos, o cancelamento de passaportes e a proibição de saída do país para os envolvidos.

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A ação demonstra a gravidade das suspeitas levantadas e a determinação das autoridades em seguir a linha de investigação.

O inquérito que originou a operação foi aberto em janeiro de 2026 pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a identificação de possíveis irregularidades. A investigação inicial focava na análise do sigilo fiscal de ministros da Corte e seus familiares, levantando questionamentos sobre o uso de informações confidenciais.

A esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, figura como uma das partes envolvidas na investigação.

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Segundo informações reveladas, Viviane Barci de Moraes, através de seu escritório, firmou um contrato com o Banco Master e Daniel Vorcaro no Banco Central, Receita Federal e Congresso Nacional. O acordo, assinado em janeiro de 2024, previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao escritório de Viviane por um período de três anos.

O valor total do contrato, caso fosse cumprido integralmente, atingiria R$ 129 milhões até o início de 2027. A investigação busca determinar se houve uso indevido de dados sigilosos e se o contrato foi utilizado para fins ilícitos.

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