Relógio de luxo e negação! Tanure recebe presente milionário e abala investigação do Banco Master. A PF investiga sociedade oculta e o que veio à tona choca.
Em um cenário que reacendeu o escândalo envolvendo o Banco Master, o empresário Nelson Tanure recebeu um relógio de luxo da marca Jaeger-LeCoultre, modelo “Duomètre à Quantième Lunaire”, avaliado entre R$150.000 e R$1 milhão, conforme informações de sites especializados em revenda.
O presente foi entregue pelo então dono do banco, Daniel Vorcaro, gerando ainda mais questionamentos sobre as relações entre os dois.
A Polícia Federal (PF) investiga Tanure como sócio oculto do Banco Master, com base em uma conversa de WhatsApp datada de 20 de fevereiro de 2022. Na mensagem, o empresário agradece a Vorcaro pelo presente, acompanhada de uma foto mostrando o relógio.
A mensagem, traduzida como “Almoçando com amigos, com a joia no braço que você me deu. ‘Thanks’”, intensificou as suspeitas sobre a natureza da relação entre os dois.
Tanure já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão da PF, emitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 14 de janeiro, durante a segunda fase da Operação Compliance Zero. O ministro Dias Toffoli, ex-relator das investigações, liderou a ação.
Apesar disso, Tanure negou veementemente qualquer sociedade com o Banco Master, afirmando que não era “controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente”.
Em nota oficial, Tanure reiterou que suas relações com o Banco Master se limitavam a acordos comerciais como cliente e aplicador de recursos, semelhantes a outras instituições financeiras. Ele negou qualquer ligação societária indireta, mesmo através de instrumentos financeiros complexos. “Mantivemos com o referido banco relações estritamente comerciais, sempre na condição de cliente ou aplicador, assim como fazemos com outras instituições financeiras no Brasil e no exterior”, declarou.
O empresário enfatizou que essas relações se concentravam em aplicações financeiras, operações de crédito, gestão de fundos e aquisição de participações, sem interferência na gestão interna do banco. “Todas as operações foram realizadas em estrita conformidade com a legislação e a regulamentação vigentes”, afirmou.
Tanure também assegurou não ter conhecimento de relações entre o Banco Master e outras instituições financeiras, como Reag, BRB, Fictor ou outras.
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