Tarcísio de Freitas Busca Reforço na Chapa e Ramuth em Meio a Turbulência!

Tensão na chapa de São Paulo! Ramuth, Prado e Kassab disputam vice de Tarcísio. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Intensas Negociações Internas na Chapa de São Paulo

Apesar da continuidade da chapa que terá como governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), o ambiente interno no Palácio dos Bandeirantes é marcado por uma postura firme: “em time que está ganhando, não se mexe”. O atual vice, Felício Ramuth (PSD), continua sendo o nome preferido do governador, demonstrando uma clara intenção de resistir a pressões de outros partidos.

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Fontes próximas ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmaram o interesse em André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), como possível substituto. Apesar do reconhecimento interno de Tarcísio em relação a Prado – visto como alguém que “joga junto” e com alinhamento total com o governador –, a avaliação é que o partido de Bolsonaro já terá sua parte na chapa nacional.

O Palácio dos Bandeirantes também acredita que Tarcísio possui capital político suficiente para tomar as decisões que considera mais vantajosas. Ramuth é visto como um vice leal, discreto e com um discurso que se encaixa perfeitamente com a linha do governador.

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Outro nome que surge na discussão é o do presidente do PSD, Gilberto Kassab. No entanto, a situação dele é considerada menos favorável, conforme já apontado em reportagens anteriores. Após desentendimentos públicos e declarações sobre a relação com Tarcísio de Freitas, a relação entre os dois ficou mais distante, com alguns indicando que a chance de Kassab ser escolhido como vice é “menor que zero”.

Auxiliares de Tarcísio mencionam a possibilidade de Ramuth deixar o PSD, buscando fortalecer a composição da chapa da direita. A situação é fluida, sem definições concretas, considerando que o PSD detém o maior número de prefeitos no estado, quase o dobro do PL.

No entanto, a flexibilidade de Ramuth permanece como uma opção a ser considerada.

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O vice-governador, quando questionado, declarou que não tem intenção de trocar de partido, mas também não descarta a possibilidade, dependendo do cenário político.

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