Novo estudo choca: 3 biótipos revelados no TDAH! Descubra como o transtorno pode se manifestar de formas distintas no cérebro. Implicações para o tratamento!
Uma pesquisa recente sugere que o Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH) pode se manifestar de maneiras distintas no cérebro, com três biótipos distintos emergindo dos dados. Essa descoberta pode ter implicações significativas para o futuro do tratamento, já que explica por que algumas pessoas respondem bem à terapia convencional, enquanto outras não.
O estudo, publicado na revista JAMA Psychiatry, analisou exames cerebrais e sinais neuroquímicos de mais de 1.154 indivíduos diagnosticados com TDAH.
A pesquisa, conduzida em 2026, identificou padrões específicos de funcionamento cerebral que podem ser associados a diferentes tipos de TDAH. O psicólogo Rod Mitchell, fundador da Emotions Therapy em Calgary, Canadá, comentou sobre a importância da pesquisa, afirmando que “pode marcar o começo do fim para o tratamento padronizado do TDAH”.
Mitchell ressaltou que a abordagem atual, que geralmente envolve diagnóstico, prescrição de estimulantes e ajuste de dose, pode não ser eficaz para todos os pacientes, considerando a variedade de manifestações do transtorno.
Os pesquisadores identificaram três tipos principais de biótipos no TDAH, com base nas alterações observadas nos exames cerebrais dos participantes. Esses biótipos são: 1) Grave combinado com desregulação emocional; 2) Predominantemente hiperativo/impulsivo; e 3) Predominantemente desatento.
Cada um desses biótipos apresenta características distintas e pode exigir abordagens terapêuticas personalizadas.
O tipo predominantemente desatento demonstra alterações em áreas do cérebro relacionadas à atenção sustentada e à capacidade de filtrar distrações. Já o tipo hiperativo/impulsivo exibe disfunções nos circuitos cerebrais responsáveis pelo controle inibório.
David Goodman, professor assistente de Psiquiatria e Ciências Comportamentais da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, enfatizou que esses padrões são consistentes com o que é observado em clínicas, e que o DSM-5, manual diagnóstico amplamente utilizado, espelha esses fenótipos.
O terceiro tipo de biótipo, grave combinado com desregulação emocional, apresenta alterações cerebrais mais abrangentes e sinais preliminares de maior associação com transtornos de humor. Essa complexidade pode explicar por que alguns pacientes não respondem bem apenas aos medicamentos estimulantes, que são a base do tratamento atual.
A pesquisa destaca a necessidade de estratégias terapêuticas mais personalizadas, levando em consideração os diferentes biótipos do TDAH.
Embora mais estudos sejam necessários para confirmar essas descobertas e avaliar seu impacto na prática clínica, a identificação de biótipos no TDAH representa um avanço significativo na compreensão do transtorno e no desenvolvimento de tratamentos mais eficazes.
A correlação entre redes neurais e os três biótipos neste estudo apoia pesquisas em andamento sobre esse conceito.
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