Tempestade apocalíptica atinge EUA! 11 mortos, milhões sem luz e voos cancelados. Aterrados moradores e risco de temperaturas extremas (-45°C). Saiba mais!
Uma forte tempestade de inverno, com temperaturas extremamente baixas, causou estragos em grande parte dos Estados Unidos pelo terceiro dia consecutivo na segunda-feira (26). O evento resultou em pelo menos onze mortes, com um milhão de residências sem energia e a suspensão de milhares de voos.
Meteorologistas consideram a tempestade uma das piores de inverno em décadas, marcada por nevascas intensas e o acúmulo de gelo, com consequências potencialmente graves, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS).
Em Nova York, cinco pessoas foram encontradas mortas ao ar livre durante o fim de semana. O prefeito Zohran Mamdani ressaltou a vulnerabilidade de moradores em situação de rua, enfatizando os perigos do frio extremo. No Texas, três mortes foram confirmadas, incluindo a de uma jovem de 16 anos vítima de um acidente envolvendo um trenó.
Em Louisiana, duas mortes foram registradas devido à hipotermia. Além disso, um indivíduo faleceu e outro ficou ferido em um acidente relacionado às condições climáticas no sudeste de Iowa.
A tempestade causou interrupções significativas no fornecimento de energia, com cerca de 820 mil clientes ainda sem eletricidade na manhã de segunda-feira, principalmente no sul dos Estados Unidos. O Tennessee registrou mais de 250 mil clientes sem energia, devido a cortes em linhas de eletricidade.
Louisiana e Mississippi também enfrentaram interrupções, com aproximadamente 100 mil clientes afetados.
Aeroportos importantes, como os de Washington, Filadélfia e Nova York, ficaram praticamente paralisados. Mais de 19 mil voos foram cancelados desde sábado, e milhares de outros sofreram atrasos. Um pequeno avião com oito pessoas a bordo caiu na noite de domingo após decolar de um aeroporto no Maine, sem que ainda se soubesse se as condições climáticas estavam relacionadas ao acidente.
A tempestade é impulsionada por uma deformação do vórtice polar, uma massa de ar que normalmente circula sobre o Polo Norte. Cientistas acreditam que as alterações nesse fenômeno podem estar relacionadas às mudanças climáticas, embora variações naturais também possam ocorrer.
As autoridades alertam para a persistência do frio extremo por até uma semana nas Grandes Planícies e em outras áreas do centro dos Estados Unidos, com temperaturas podendo chegar a -45°C, representando um risco de congelamento em poucos minutos.
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