Tenente-Coronel Aponta Filha de Policial como Causa da Morte em Caso Polêmico

Gisele Alves Santana: Nova bomba na investigação! Marido aponta filha como suspeita de marcas no pescoço. Revelações chocantes surgem na TV!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Investigação Sobre Morte da Policial Militar Aprofunda-se com Novas Revelações

O caso da morte da policial militar Gisele Alves Santana, ocorrida em um apartamento no Brás, São Paulo, em 18 de fevereiro, continua sob investigação. O tenente-coronel Geraldo Neto, marido da vítima, apresentou sua versão dos fatos em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da TV Record, buscando esclarecer as marcas encontradas no corpo de Gisele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Possível Envolvimento da Filha da Vítima

Geraldo Neto levantou a hipótese de que a filha de Gisele, uma criança, pode ter sido responsável pelas marcas observadas no pescoço da policial. Ele relatou que a menina, com frequência, se pendurava na vítima, comparando o comportamento com o de uma macaca. Essa alegação surge em um contexto de suspeitas sobre um possível histórico de violência doméstica.

Contestação de Agressão e Narrativa de Conflito

O tenente-coronel negou ter agredido Gisele, argumentando que as lesões no pescoço poderiam ter sido causadas pela própria filha. Ele descreveu um convívio sem abusos, traições ou restrições, classificando as acusações como “narrativa mentirosa”. Ele detalhou que dormiam em quartos separados desde julho do ano passado devido a denúncias anônimas contra ele na Corregedoria, que foram posteriormente arquivadas.

LEIA TAMBÉM!

Fim do Casamento e Contradições na Narrativa

Geraldo Neto informou que tentou oficializar o divórcio em setembro, outubro e novembro, mas Gisele se recusava a seguir com o processo. Ele relatou que, na manhã da morte, entrou no apartamento, comunicou a decisão de separação e Gisele o empurrou, batendo a porta com força. Após ouvir o disparo, ele encontrou a vítima caída no chão.

Discrepâncias nos Relatos e o Vídeo Polêmico

Testemunhas relataram um intervalo de 29 minutos entre o tiro e a ligação para o resgate, o que o tenente-coronel contestou, afirmando que o tempo foi “equivocado”. Ele também esclareceu que acionou a emergência em “10 a 20 segundos” após ouvir os disparos. Uma questão central da investigação é um vídeo que circula, aparentemente gerado por Inteligência Artificial, mostrando o oficial com uma arma apontada para a cabeça, gerando ainda mais dúvidas sobre o ocorrido.

Conclusão

A investigação sobre a morte de Gisele Alves Santana continua em andamento, com novas informações e evidências sendo analisadas. O caso levanta questões sobre violência doméstica, manipulação de informações e a complexidade de determinar a verdade por trás de um trágico evento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sair da versão mobile