Polícia Civil Busca Prisão Preventiva de Militar Após Morte de Esposa em São Paulo
A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto, marido da vítima, Gisele Alves Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento, no bairro do Brás, em São Paulo. A informação foi confirmada pela Jovem Pan, que teve acesso a detalhes do caso através de fontes oficiais.
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A Justiça de São Paulo já havia determinado que o caso seria tratado como feminicídio.
Investigação e Evidências Circulando
O corpo de Gisele, encontrado no dia 6, apresentava marcas no pescoço, o que chamou a atenção da perícia. O advogado da família, José Miguel da Silva Junior, explicou que a perícia identificou uma equimose de dedos no pescoço da vítima, sugerindo que ela pode ter sido segurada com a mão.
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Essa evidência, segundo o advogado, reforça a suspeita de feminicídio.
Alegações de Suicídio e Mensagens de Ajuda
Geraldo Leite Rosa Neto alega que Gisele cometeu suicídio em seu apartamento no Brás, no dia 18 de fevereiro, após uma discussão em que ele propôs a separação do casal. Ele afirma que a policial enviou mensagens a familiares pedindo ajuda antes de sua morte.
Essas informações foram inicialmente divulgadas pelo Fantástico, da TV Globo.
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Relatos de Mudanças no Comportamento da Vítima
Familiares de Gisele relatam que ela mudou significativamente de comportamento após o casamento com Geraldo Leite Rosa Neto. Segundo eles, ela se afastou da família e passou a viver sob restrições impostas pelo marido, incluindo proibições relacionadas ao uso de roupas, maquiagem e contato com outras pessoas.
A Polícia Civil continua investigando o caso, buscando informações adicionais para esclarecer as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.
