Tenente-coronel é investigado por feminicídio de soldado! 🚨 Processo acelerado pode levar à expulsão de Geraldo Leite Rosa Neto da Polícia Militar. Reclassificação do caso: fraude processual apurada
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) iniciou formalmente um processo que pode resultar na expulsão do tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Leite Rosa Neto. A medida, tomada nesta segunda-feira (30), segue suspeitas de envolvimento no feminicídio da soldado Gisele Alves Santana, e é motivada por um ato que, segundo a corregedoria, vai contra o decoro da categoria militar.
O procedimento, denominado “pedido de conselho de justificação”, visa acelerar o processo, que normalmente levaria até o fim do processo criminal. O prazo regimental para conclusão do processo é de três meses, com a possibilidade de Geraldo Leite Rosa Neto ser afastado da Polícia Militar até o início de julho de 2026.
O caso da morte da soldado Gisele Alves Santana, encontrada sem vida em seu apartamento no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 18 de fevereiro, teve sua investigação reclassificada. Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas, com o avanço das investigações, foi reclassificado como feminicídio e fraude processual.
Em 18 de março, Geraldo Leite Rosa Neto foi preso preventivamente no Presídio Militar Romão Gomes, onde permanece atualmente. A Corregedoria da Polícia Militar foi responsável por apresentar o pedido de conselho de justificação à SSP, dando início a este processo que busca garantir a responsabilização do militar envolvido no crime.
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