The Verge analisa: algoritmos ditam o que ouvimos? Estudos mostram que jovens descobrem menos artistas. Descubra novos talentos e estilos musicais!
A maneira como consumimos música evoluiu significativamente com o surgimento dos serviços de streaming. Plataformas que utilizam algoritmos para sugerir músicas e artistas têm influenciado a forma como as pessoas descobrem novas faixas e artistas.
Essa tendência, analisada pelo The Verge, pode levar a uma escuta mais passiva da música, com reproduções automáticas e playlists prontas ditando o que ouvimos.
Estudos da MIDiA Research revelam que as gerações mais jovens estão descobrindo artistas com menos frequência, em grande parte devido à dependência dessas recomendações algorítmicas. Apesar do domínio dos serviços de streaming, existem alternativas para expandir o acesso à música sem depender exclusivamente dessas ferramentas.
Existem diversas estratégias que podem ajudar a encontrar novos artistas e estilos musicais, explorando diferentes formas de curadoria e troca de recomendações. Uma delas é o acompanhamento de veículos de jornalismo musical, como revistas e sites que publicam críticas, análises e listas de lançamentos, que auxiliam na identificação de novos trabalhos e no acompanhamento de diferentes cenas musicais.
Além disso, newsletters e curadoria editorial oferecem seleções periódicas de músicas organizadas por gênero, complementadas por entrevistas e leituras aprofundadas. Canais de vídeo com análises e recomendações também podem apresentar álbuns e artistas fora das sugestões automáticas dos algoritmos.
A rádio tradicional e online, com suas programações independentes, oferece diversidade de estilos e espaço para novos nomes.
Acompanhar selos de gravadoras permite descobrir lançamentos com características semelhantes e propostas curatoriais. A troca de indicações com outras pessoas, seja em ambientes online ou presenciais, amplia o repertório musical. E, finalmente, shows ao vivo, especialmente as apresentações de abertura, podem revelar artistas pouco conhecidos.
Especialistas preveem um futuro incerto para o streaming de música. Jimmy Iovine, cofundador da Beats, expressou a opinião de que os serviços de streaming estão a minutos de se tornarem obsoletos, devido à falta de sintonia entre as plataformas e aos seus usuários.
Joel Gouveia, empresário artístico e agente de reservas, concorda com essa visão, argumentando que a falta de diferenciação entre as plataformas de streaming também é um fator insustentável a longo prazo. Segundo Gouveia, embora o Spotify tenha consolidado o acesso à música, ele criou distorções na dinâmica econômica da indústria musical.
Em uma postagem, Gouveia destaca que o sistema atual transformou a música em uma commodity, com serviços praticamente idênticos e sem diferenciação relevante. Essa situação levanta questões sobre o futuro da indústria musical e a forma como os artistas e a música serão consumidos e valorizados no futuro.
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