TJMG Absolve Mulher em Caso de Mutilação e Tentativa de Homicídio
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou a absolvição de uma mulher acusada de mutilar o pênis do companheiro e tentar cometer homicídio em março de 2025. A decisão, proferida na terça-feira (24), foi tomada após um julgamento por júri popular, no qual a acusada foi considerada inocente das acusações de homicídio qualificado, destruição de cadáver e corrupção de menor.
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O caso ocorreu no bairro Taquaril, em Belo Horizonte, e envolve Everton Amado da Silva, de 47 anos. A acusação alegava que a mãe da vítima havia colocado um sedativo na bebida do companheiro, seguido por uma série de agressões com faca e madeira, culminando na mutilação do pênis e tentativa de incêndio do corpo.
A adolescente, filha do casal, foi inicialmente apontada como cúmplice do crime.
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Detalhes do Crime e Defesa da Acusada
Segundo a acusação, a mulher teria agido após um suposto caso de abuso sexual contra sua filha. No entanto, a ré negou ter administrado qualquer sedativo ao homem, afirmando que ele chegou em casa em estado de embriaguez e, em um momento de descuido, ela o abordou com a calça abaixada, tentando interromper a relação sexual com a criança.
A mãe confessou ter esfaqueado o homem, mas justificou suas ações como uma reação a uma situação inesperada e descontrolada. A juíza Maria Beatriz Fonseca Biasutti considerou que a acusação não apresentou provas suficientes para condenar a mulher, resultando na absolvição.
Julgamento por Júri Popular
O julgamento por júri popular envolveu um painel de 7 pessoas, composto por 4 homens e 3 mulheres, que decidiram sobre a culpa ou inocência da acusada. A decisão final, proferida pelo TJMG, confirmou a inocência da mulher, encerrando o processo criminal.
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