Arquivamento de Investigação da Transparência Internacional no Acordo J&F
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, deu baixa em uma investigação que envolvia a atuação da organização Transparência Internacional no acordo de leniência firmado entre a J&F e a Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato.
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A decisão, anunciada na quarta-feira (11), seguiu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou a investigação infundada.
O parecer da PGR argumentou que não havia elementos mínimos para justificar a continuidade das investigações e que o Supremo Tribunal Federal não possuía competência para analisar o caso. A Transparência Internacional era responsável pela gestão da aplicação de R$ 2,3 bilhões em investimentos sociais previstos no acordo de leniência.
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A ação da organização focava na administração de recursos destinados a projetos sociais da J&F.
Origem da Investigação e Análise da PGR
A investigação foi iniciada em 2024, após uma notícia-crime apresentada pelo deputado Rui Falcão (PT-SP). A Procuradoria-Geral da República (PGR) conduziu uma série de sindicâncias para apurar os pontos levantados pelo parlamentar. As investigações não encontraram evidências que sustentassem a acusação e convergiram para conclusões negativas, sem indicação de responsabilidade ou potencial para uma investigação criminal.
O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, afirmou que as investigações não revelaram elementos que permitissem a aplicação de sanções administrativas ou a abertura de um processo criminal contra a Transparência Internacional. A decisão de arquivar a investigação demonstra a ausência de fundamentos para prosseguir com a apuração.
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