67,7% dos trabalhadores relatam melhora na qualidade de vida com o trabalho remoto! 🤯 Descubra os impactos reveladores em 2025 e como a Hug aponta falhas no apoio das empresas. Leia já!
Um levantamento recente da Hug, especialista em recrutamento de profissionais de comunicação, revelou que o trabalho remoto teve um impacto positivo na qualidade de vida de 67,7% dos trabalhadores em 2025. Os resultados indicam melhorias significativas na saúde física e mental dos profissionais.
No entanto, a experiência do home office não foi unânime, com 23,1% dos entrevistados relatando efeitos mistos, marcados por desafios como o isolamento social e o aumento da carga horária.
O estudo demonstra que o home office se tornou um fator crucial nas decisões de carreira. A flexibilidade, a autonomia e a possibilidade de conciliar trabalho e vida pessoal são prioridades para os profissionais. Segundo Gustavo Loureiro Gomes, fundador e CEO da Hug, a busca por um emprego já não se resume apenas ao salário, mas também à adequação do modelo de trabalho às necessidades individuais.
Apesar do feedback positivo sobre o home office, o levantamento aponta falhas no suporte oferecido pelas empresas. Aproximadamente 43,3% dos entrevistados não recebem nenhum tipo de apoio corporativo voltado para a saúde física ou mental. Apenas 34,3% relatam a existência de políticas estruturadas nessa área, enquanto outros 22,4% consideram o apoio oferecido como insuficiente ou inexistente.
O estudo revela um quadro preocupante em relação à saúde emocional dos profissionais. Durante o último ano, 83,6% dos trabalhadores relataram apresentar pelo menos um sintoma psicológico, como ansiedade, dificuldade de concentração, exaustão, insônia, isolamento social ou depressão.
A ansiedade foi o sintoma mais citado, afetando 51,5% dos participantes, seguido pela dificuldade de concentração (47%) e a sensação de exaustão ou burnout (39,6%).
A demanda por apoio psicológico supera a oferta das empresas. Aproximadamente 50% dos profissionais recorrem a terapias com recursos próprios, enquanto apenas 11,9% recebem esse benefício diretamente da empresa. Outros 26,1% relataram ter realizado acompanhamento psicológico, mas interromperam o processo.
Ainda, 11,9% nunca buscaram esse tipo de apoio.
As descobertas do estudo refletem a crescente adoção de modelos de trabalho flexíveis. Empresas como a Hug, a Boticário, McCain, Grupo La Moda e Kwai estão experimentando formatos remotos e híbridos, com resultados positivos em termos de retenção de talentos e produtividade.
A Hug, por exemplo, formalizou a contratação de 12 profissionais que atuavam por meio de consultorias externas, com um índice de retenção de 96% no período.
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