Trump surpreende e inclui Corina Machado em transição na Venezuela!
A revelação causa impacto no cenário político após anos de isolamento. Saiba mais!
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, surpreendeu ao manifestar interesse em incluir a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, no processo de transição política do país após a queda do governo de Nicolás Maduro. A declaração, feita em 20 de março de 2026, representa uma reviravolta na postura do republicano, que até então havia mantido a dirigente fora de seus planos para o período pós-Maduro.
Trump elogiou Corina Machado, comentando sobre o encontro recente entre os dois na Casa Branca, destacando a “gentileza” da líder opositora e o “algo realmente incrível” que ela realizou.
A sinalização ocorre em um contexto de crescente pressão internacional sobre o governo de Nicolás Maduro. A líder opositora recebeu, em dezembro de 2025, um gesto de boas-vindas por parte de Trump, simbolizando uma aproximação política entre os dois.
Até então, Corina Machado havia sido deixada de fora das articulações conduzidas por Washington, que passaram a incluir Delcy Rodríguez, apontada como herdeira do poder na Venezuela no cenário pós-Maduro. Delcy firmou acordos energéticos com os Estados Unidos, comprometeu-se a libertar presos políticos e iniciou um processo de reaproximação diplomática após o rompimento das relações em 2019.
A presidente interina anunciou o recebimento dos primeiros US$ 300 milhões provenientes da venda de petróleo venezuelano aos Estados Unidos. Segundo o governo, os recursos serão injetados no mercado cambial para tentar estabilizar a moeda. Delcy também nomeou um novo responsável pela captação de investimentos internacionais e passou a fazer acenos a petroleiras americanas interessadas em operar no país.
Corina Machado, após mais de um ano na clandestinidade, deixou o país em uma ação organizada para comparecer à cerimônia do Nobel da Paz em Oslo, em 10 de dezembro. Apesar do atraso, participou do evento, encontrou apoiadores e deu início a uma agenda internacional.
Corina Machado afirmou que os países da região precisam ouvir suas populações. “Todos os Estados-membros da OEA devem ouvir seu povo, porque eu sei que os povos deste hemisfério estão conosco”, declarou. Segundo ela, a Venezuela vive um processo de reconstrução institucional. “Estamos em um caminho à frente rumo à reinstitucionalização e à democracia.”
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